quinta-feira, 26 de outubro de 2017
Quem cala consente. Jornaleco
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Abernéssia Futebol Clube, uma tragédia anunciada.
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
QI - Jordanense
terça-feira, 29 de julho de 2014
Mais Pronto Socorro
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Uniformes escolares II
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Uniformes escolares.
“Sob tais condições, considerando que 08 de janeiro próximo é a data designada para entrega de envelopes, determino, com fundamento no § 2º do artigo 113 da Lei Federal nº 8666/93 e no Parágrafo Único, artigo 221 do Regimento Interno, a suspensão do Pregão Presencial 56/2013, comunicando-se a decisão à Prefeitura do Município de Campos do Jordão, na figura de seu Prefeito, Frederico Guidoni Escaranello”
(...)Preocupam, a princípio, as condições fixadas para adesão de consórcios, a submissão dos licitantes a normas de qualidade editadas por organismos estrangeiros (ASTM International e AATCC - American Association of Textile Chemists and Colorists)(...)
terça-feira, 9 de julho de 2013
Coluna Caricatura Escrita - Jornal O Povo
sexta-feira, 15 de março de 2013
Deus me de paciência. Porque se me der força...
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
A alta sociedade jordanense.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Legislativo...
Qual seria a dificuldade encontrada pela Câmara em dar uma simples explicação de seus afazeres aos munícipes? O que leva uma Câmara a simplesmente ignorar o pedido de um cidadão que ela jurou no dia de sua posse defender e servir?
São pequenas ações ou a falta destas pequenas ações que acabam por determinar a verdadeira razão de ser ou de não ser de uma instituição.
A reclamação da Liga da Justiça Popular no post do dia 26 (integra aqui) parece ser uma reclamação corriqueira sem importância, mas denota o que sabíamos há muito tempo, mas fazemos uma enorme força para não admitir.
Em suas próprias palavras os vereadores não têm poderes para ditar os rumos políticos que a administração deve seguir, não têm poder para criar leis que gerem despesas e uma de suas principais funções e a de atuar como assistentes sócias de luxo.
Porem não posso deixar de admitir que foram eleitos democraticamente, e ao contrario do que apregoam por ai não são eles que representam o população e sim a população que os representam então... Cada povo tem o governo ou desgoverno que merece. Mea culpa, mea culpa, mea máxima culpa.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Titanic na Mantiqueira?
Reginaldo Marques
Alguns velhos lobos do mar conhecedores das mudanças bruscas das marés em alto mar já se posicionaram junto aos botes salva-vidas, os marinheiros mais desconfiados já esperam pela definição do lado em que a tempestade chegará com seus coletes salva-vidas e os marujos de primeira viagem estão em seus postos e funções rotineiras e nem se deram conta da mudança dos ventos. E os ratos? Ora os ratos! Estes pulam de barco em barco, nunca chegam a capitão, marinheiro ou marujo, mas também nunca se afogam.
Cabe saber agora quem juntamente com a Capitã da Nau Campos do Jordão Acima de Tudo e seu imediato ficará a bordo quando o naufrágio se tornar favas contadas.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Lei do silêncio.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
*Audiência Pública.
Câmara Municipal de Campos do Jordão, 16 de novembro de 2.010.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
A campanha a Prefeitura de Campos do Jordão já começou.
Tatiana Farah, O Globo
Celmo Felski, conselheiro da Fundação Sanatório São Paulo (Hospital São Paulo), de Campos do Jordão, foi detido nesta terça-feira enquanto distribuía panfletos de ataque a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.
Os panfletos eram semelhantes aos já apreendidos pela Polícia Federal, por ordem do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), no sábado. O panfleto foi vetado pela Justiça Eleitoral por trazer ofensas à candidatura petista e por ter autoria ignorada. Ele tem o timbre da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e a entidade negou ter aprovado o material.
Felski foi detido pela polícia civil no final da tarde, dentro de uma padaria, onde entregava os panfletos aos clientes. Em seu carro, uma picape, foi apreendido um pequeno lote do material.
A denúncia à polícia foi feita pelo deputado Carlinhos Almeida, do PT. Depois da apreensão, o conselheiro do hospital foi liberado. Ele também é presidente da Liga de Futebol Jordanense.
Eu não preciso te declarar isso (a fonte distribuidora dos panfletos). Eu estava com os panfletos e este é um país livre, disse Felski, por telefone ao GLOBO.
Celmo Felski disse ser candidato a prefeito em 2012, mas alegou que não tem nenhuma filiação partidária. Ele disse ser eleitor do candidato do PSDB, José Serra, mas negou trabalhar para a campanha eleitoral tucana:
Eu sou produtor rural. Do hospital, sou só conselheiro. Não tenho carteira assinada, por isso posso trabalhar no dia que eu quiser, disse ele, ao explicar que, durante o horário regular de trabalho, estava entregando panfletos.
Celmo negou ter mandado imprimir o material e disse desconhecer os nomes dos bispos cuja suposta assinatura aparecem no material gráfico.
Não conheço nenhum deles. Não tenho gráfica. Sou um cidadão comum - afirmou, dizendo que "não sabia" que o material havia sido proibido pela Justiça Eleitoral.
Eu não tenho de me explicar. Quem deve explicações é a Dilma, que é contra o aborto (sic).
Do Blog do Noblat.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
A conta não fechou!
TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SÃO PAULOP A R E C E R
TC-001947/026/08 – Contas anuais.
Prefeitura Municipal: Estância de Campos do Jordão.
Prefeito: João Paulo Ismael.
Períodos: (01-01-08) e (29-01-08 a 31-12-08).
Substituto Legal: Vice-Prefeito – Dyneias Fernandes Aguiar.
Período: (02-01-08 a 28-01-08).
Assunto: Prestação de contas da administração financeira, orçamentária e patrimonial de Município.
Sob apreciação: Contas relativas ao exercício de 2008.
Advogado: Paulo Sérgio Mendes de Carvalho.
Acompanha: TC-001947/126/08.
Vistos, relatados e discutidos os autos.
Pelo voto dos Conselheiros Robson Marinho, Relator, Edgard Camargo Rodrigues, Presidente, e Renato Martins Costa, a e. 2ª Câmara, em sessão de 17 de agosto de 2010, decidiu emitir parecer favorável à aprovação das contas prestadas pelo Prefeito do Município da Estância de Campos do Jordão, exercício de 2008, exceção feita aos atos porventura pendentes de apreciação por este Tribunal.
Considerando que o repasse a maior de recursos financeiros ao Legislativo, de acordo com a Constituição Federal, constitui crime de responsabilidade do Prefeito e que a inscrição de valores em restos a pagar, em desacordo com o artigo 42 da Lei de Responsabilidade Fiscal, pode caracterizar o crime previsto no artigo 359-C do Código Penal, determinou que, esgotado o prazo para apresentação do pedido de reexame, cópias de peças dos autos (fls. 21/22 e 39/40) sejam encaminhadas ao Ministério Público, para as providências cabíveis.
Consignou, por fim, que a matéria tratada no item “Outras Despesas” deverá ser analisada em autos próprios.
Na ocasião reconheceram-se definitivos os seguintes resultados contábeis: aplicação no ensino: 26,38%, aplicação na valorização do magistério: 100,00%, utilização dos recursos do FUNDEB: 100,00%, aplicação na saúde: 22,11%, despesas com pessoal e reflexos: 43,37% e déficit orçamentário: 5,20%.
Publique-se.
São Paulo, 13 de setembro de 2010.
EDGARD CAMARGO RODRIGUES – Presidente
ROBSON MARINHO – Relator
Nota do Blog: O parecer acima foi publicado no Diário Oficial em 17/09/2010.
A aprovação das contas do município pelo Tribunal de Contas do Estado foi completamente ofuscada pela noticia de que houve repasse de verba a mais da Prefeitura para a Câmara.
Sabe o que não entra na minha cabeça?
Todos, executivo e legislativo sabem antecipadamente através da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) o valor exato que deve ser repassado a Câmara no exercício seguinte.
Então como se justifica o descontrole do erário com repasse a mais para a Câmara?
E mesmo que isto tenha sido fruto de um descuido ou de um erro por parte do executivo como a Câmara não detectou este erro crasso e não devolveu imediatamente o valor indevidamente recebido por ela?
Por outro lado será interessante acompanhar a votação na Câmara das contas de 2008 do Ex-prefeito João Paulo, será que algum nobre vereador terá coragem de tocar no assunto do repasse indevido?
Enquanto isso a saúde da cidade mingua com o fechamento da Santa Casa e da Casa da Criança e com a total falência no atendimento do Pronto Socorro, a educação mesmo com os milionários repasses do FUNDEB conta com escolas fechadas por perigo de desabamento, as crianças estão entulhadas como sardinhas nas escolas e até a Biblioteca Municipal esta servindo de sala de aula para os alunos da rede municipal, sem falar no eminente fechamento da APAE por falta de verbas.
O estado de letargia em que se encontra a população da cidade enquanto nossos impostos estão literalmente sendo dilapidados por incompetentes e inconseqüentes agentes públicos, esta chegando a níveis insuportáveis.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Zona Azul - Fato ou lenda?
Na administração passada foi implantado em Campos do Jordão o sistema de estacionamento rotativo conhecido por todos por “Zona Azul”.O sistema implantado na cidade era gerenciado por um chaveiro eletrônico que era abastecido por créditos, e estes créditos eram debitados por parquímetros eletrônicos espalhados pela cidade.
Este sistema de cobrança eletrônica na opinião do Blog é o mais correto pelo simples fato de que o usuário paga somente pelo tempo que realmente utilizou o espaço.
Porem a população e o comercio não conseguiu absorver esta medida e este descontentamento foi habilmente manipulado pela atual prefeita em sua campanha que então prometeu que assim que fosse eleita o sistema seria banido da cidade.Nesta questão não podemos criticar a mandataria da cidade, promessa feita, promessa cumprida. Assim que sentou na cadeira mais alta da cidade cancelou de imediato o contrato com a empresa responsável pelo gerenciamento do sistema.
Mas a realidade do dia a dia acaba por nos mostrar que nem sempre o que se acha que é certo é realmente certo.
A volta do estacionamento livre trouxe de volta um velho problema para o comercio do centro da cidade. Aqueles “espertinhos” que estacionam seus carros em frente às lojas pela manha e somente os retiram no final da tarde geralmente donos e empregados das próprias lojas do centro; comportamento que acaba por impedir que os consumidores achem espaço para estacionar seus carros em frente as lojas situação que acabou por diminuir sensivelmente o movimento do comercio da centro da cidade.
Sem ter o que fazer para criar mais vagas de estacionamento no centro os comerciantes não tiveram outra alternativa a não ser pedir a volta do sistema de Zona Azul que eles mesmos haviam pedido para ser extinto.
E por mais uma vez em uma atitude puramente populista a prefeita prontamente instalou um sistema provisório e obsoleto sem o menor critério técnico controlado por talonários que para não dar o braço a torcer foi prontamente elogiado pelos comerciantes e pela população.
E mesmo que este sistema por mais uma vez venha a ressuscitar dentro da cidade alguns critérios deveriam ser observados para não deixar a eficácia do sistema em xeque por mais uma vez.
Dos inúmeros problemas a serem solucionados alguns devem ter maior atenção.
Um deles é a questão da instalação do sistema em toda a cidade a não somente no centro de Abernessia situação constrangedora e que onera somente o comerciante e os consumidores do centro.
Outro é a respeito da forma de controle de pagamento do sistema, apesar do sistema de talonário ser considerado o mais simples e menos custoso para a administração ele não é o mais honesto. Se um motorista compra um bilhete por x reais que permite a ele uma hora de estacionamento, mas que por motivos alheios a sua vontade ele utilize somente por quinze minutos quem lhe ressarcirá o prejuízo dos 45 minutos perdidos?
O sistema erroneamente retirado da cidade que se valia do debito eletrônico neste quesito é de longe o mais correto, pois somente debita de seus créditos o tempo que realmente foi utilizado.
E por fim deve se ter bastante cuidado no que se diz respeito à segurança porque já é de entendimento de vários tribunais espalhados pelo país que quando um cidadão tem o dever de pagar pelo uso de um espaço público comum automaticamente deste dever ele tem um direito. Assim quando uma prefeitura acha por bem cobrar pelo tempo de estacionamento ela tem o dever de proteger o bem do cidadão que paga por aquele serviço.
A questão é complicada, mas a cidade não pode mais viver com o transito caótico e a falta de estacionamento. O mais correto é não se portar como criança e aceitar que o sistema retirado era sim o melhor e reimplanta-lo e dar o crédito a quem realmente merece.














