Tomamos decisões na vida que nem nós mesmos sabemos explicar de imediato, mas o tempo e nossa conduta diária se incumbem de mostrar se foram acertadas ou não.
Minha decisão de me afastar do Grupo de debates Eu Amo Campos do Jordão no Fecebook (um alivio para a maioria e indiferente para muitos) foi uma destas decisões intempestivas, como tem sido minha vida nos últimos anos.
Porem mesmo tendo passado somente alguns dias as coisas estão já se clareando e já tenho a sensação que a decisão apesar de aparentemente precipitada foi sim a mais acertada.
Nos últimos 18 anos venho participando de inúmeros grupos e tenho de confessar foram muitas as decepções, traições, boicotes e perseguições como nos casos do COMSAB, PRB, AMA Vila Britânia e Bloco dos Artistas respectivamente.
Nestes anos vi e convivi com companheiros que tiveram seus horizontes profissionais reduzidos, por motivos políticos e ideológicos, e suas vidas particulares e familiares aos poucos despedaçadas pelo isolamento a que foram condenados pela sociedade hipócrita da cidade; bem como também vi e convivi com outros que se utilizaram do suor e da luta de seus companheiros para se beneficiar e alçar vôos mais altos para conquistarem cargos e status social.
Estas situações envolvendo e misturando política, ideologia, companheirismo, dignidade, caráter, ética, poder, dinheiro, status, ego e “realisações” me tornaram cético no que diz respeito a grupos e formalidades em Campos do Jordão.
Inconscientemente, mas lucidamente me afasto das coisas quando percebo a necessidade que os envolvidos têm de pertencerem a algo que seja aceito e absorvido pela sociedade e invariavelmente confundem fato com direito.
Por motivos morais e éticos (minha moral e minha ética) não me sinto a vontade em situações que claramente vão terminar em composições, acertos e parcerias com pessoas e organismos que estão podres e que a realidade mostra que nunca vão dar bons frutos.
Não sou um profeta do apocalipse e nem um simpatizante do radicalismo que deságua na agressão moral e física, mas garanto que meu período de ter um comportamento politicamente correto acabou já faz um bom tempo.
Apesar de ser severamente repreendido e mal visto por ser um opositor da política do bom mocismo, não vou trair meus ideais e princípios e compactuar com um “estado” (federal, estadual e municipal) porco, que trata como lixo pessoas que perderam casa, trabalho, família, e dignidade como na região Serrana do Rio de Janeiro; quadrilheiro como no caso do mensalão; bandido quando estorque o cidadão com altas taxas e impostos sem dar sequer um centavo em troca e perdulário que prefere gastar bilhões para construir estádios ao invés de casas, hospitais e escolas para seu povo.
Recuso-me a participar de ações ou sentar na mesma mesa em que se encontram representantes de um estado que rouba a educação de meu filho, a saúde de minha esposa, o futuro da minha família e a minha esperança de pertencer a mundo melhor.
Não vou dobrar a minha espinha para ser aceito pelos intelectuais e bem sucedidos homens da sociedade jordanense.
Para muitos uma loucura, pra mim a realidade.
Não há mais tempo para serenar os ânimos, não vou vestir dois uniformes em uma mesma frente de batalha.
Si vis pacem, para bellum.
Minha decisão de me afastar do Grupo de debates Eu Amo Campos do Jordão no Fecebook (um alivio para a maioria e indiferente para muitos) foi uma destas decisões intempestivas, como tem sido minha vida nos últimos anos.
Porem mesmo tendo passado somente alguns dias as coisas estão já se clareando e já tenho a sensação que a decisão apesar de aparentemente precipitada foi sim a mais acertada.
Nos últimos 18 anos venho participando de inúmeros grupos e tenho de confessar foram muitas as decepções, traições, boicotes e perseguições como nos casos do COMSAB, PRB, AMA Vila Britânia e Bloco dos Artistas respectivamente.
Nestes anos vi e convivi com companheiros que tiveram seus horizontes profissionais reduzidos, por motivos políticos e ideológicos, e suas vidas particulares e familiares aos poucos despedaçadas pelo isolamento a que foram condenados pela sociedade hipócrita da cidade; bem como também vi e convivi com outros que se utilizaram do suor e da luta de seus companheiros para se beneficiar e alçar vôos mais altos para conquistarem cargos e status social.
Estas situações envolvendo e misturando política, ideologia, companheirismo, dignidade, caráter, ética, poder, dinheiro, status, ego e “realisações” me tornaram cético no que diz respeito a grupos e formalidades em Campos do Jordão.
Inconscientemente, mas lucidamente me afasto das coisas quando percebo a necessidade que os envolvidos têm de pertencerem a algo que seja aceito e absorvido pela sociedade e invariavelmente confundem fato com direito.
Por motivos morais e éticos (minha moral e minha ética) não me sinto a vontade em situações que claramente vão terminar em composições, acertos e parcerias com pessoas e organismos que estão podres e que a realidade mostra que nunca vão dar bons frutos.
Não sou um profeta do apocalipse e nem um simpatizante do radicalismo que deságua na agressão moral e física, mas garanto que meu período de ter um comportamento politicamente correto acabou já faz um bom tempo.
Apesar de ser severamente repreendido e mal visto por ser um opositor da política do bom mocismo, não vou trair meus ideais e princípios e compactuar com um “estado” (federal, estadual e municipal) porco, que trata como lixo pessoas que perderam casa, trabalho, família, e dignidade como na região Serrana do Rio de Janeiro; quadrilheiro como no caso do mensalão; bandido quando estorque o cidadão com altas taxas e impostos sem dar sequer um centavo em troca e perdulário que prefere gastar bilhões para construir estádios ao invés de casas, hospitais e escolas para seu povo.
Recuso-me a participar de ações ou sentar na mesma mesa em que se encontram representantes de um estado que rouba a educação de meu filho, a saúde de minha esposa, o futuro da minha família e a minha esperança de pertencer a mundo melhor.
Não vou dobrar a minha espinha para ser aceito pelos intelectuais e bem sucedidos homens da sociedade jordanense.
Para muitos uma loucura, pra mim a realidade.
Não há mais tempo para serenar os ânimos, não vou vestir dois uniformes em uma mesma frente de batalha.
Si vis pacem, para bellum.