O Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado Sidney Estanislau Beraldo juntamente com o Auditor Josué Romero acatando o parecer da fiscalização da casa sentenciaram no ultimo dia 2 de julho a ex-prefeita de Campos do Jordão Ana Cristina Machado César ao pagamento de uma multa no valor de 200 UFESPs o que corresponde a R$ 4.028,00, valor absolutamente simbólico, por irregularidades cometidas na contratação de mão de obra para a manutenção das atividades do Pronto Socorro em regime de urgência logo no inicio de seu mandato em 2009.
A unidade regional de fiscalização do Tribunal de Contas lotada em Guaratinguetá listou inúmeras irregularidades, que vão desde a falta de pesquisa mercadológica até a falta de declaração da existência de recursos em caixa para efetuar a contratação, mas uma em especial chama a atenção – a não comprovação da situação de emergência que justificasse a dispensa de licitação, ou seja, aproveitaram um momento de instabilidade política comum na transição de um governo para outro para criar um clima de caos inexistente com o único propósito de dispensar as licitações em suas contratações.
Fonte inesgotável de dor de cabeça para os jordanenses o Pronto Socorro é protagonista de uma serie interminável de problemas em sua logística, em seu atendimento e principalmente em sua administração, cabe agora saber até quando os munícipes da cidade, aqueles que pagam a conta, terão paciência para suportar tanto disperdicio com o dinheiro púbico e principalmente tanta ineficiência nos serviços oferecidos a população.
Notificado sobre a condenação pelo Tribunal de Contas o atual prefeito tem 60 dias para comunicar o Tribunal de Contas às providencias adotadas a respeito.
Esperamos que a atual administração realmente atenda a este pedido e tome as devidas providencias e que as comunique não somente ao Tribunal, mas a toda sociedade.
Apesar do legislativo sempre se portar como o traído da historia aquele que sempre é o ultimo a ficar sabendo das coisas a Câmara de Vereadores da cidade também foi devidamente notificada pelo Tribunal sobre a condenação.
Aguardemos as irresolutas reações dos nobres vereadores e suas inócuas providências.

