Frase do dia

“Não sou contra o governo com o intuito de me tornar governo. Sou contra o governo porque ele é contra o povo”

Reginaldo Marques

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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Eleição ACE.

ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

E D I T A L D E C O N V O C A Ç Ã O
E L E I Ç Ã O - BIÊNIO 2011 / 2012

CONVOCAMOS todos os associados a comparecerem na sede da ACE de Campos do Jordão, sito à Rua Maurílio Comóglio, nº 115, Parque dos Cedros, em Vila Abernéssia, no próximo dia 08 de Dezembro, quarta feira, no período das 9h00 às 18h00 para a eleição da Diretoria Executiva e Conselho Consultivo para o biênio 2011/2012.
A apuração se dará após o término da votação em conformidade com as normas estatutárias da entidade.

Campos do Jordão, 23 de Novembro de 2010.
Paulo Afonso de Moura Santos De Marco
PRESIDENTE

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A campanha a Prefeitura de Campos do Jordão já começou.

Panfleto contra Dilma provoca prisão.

Tatiana Farah, O Globo

Celmo Felski, conselheiro da Fundação Sanatório São Paulo (Hospital São Paulo), de Campos do Jordão, foi detido nesta terça-feira enquanto distribuía panfletos de ataque a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.
Os panfletos eram semelhantes aos já apreendidos pela Polícia Federal, por ordem do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), no sábado. O panfleto foi vetado pela Justiça Eleitoral por trazer ofensas à candidatura petista e por ter autoria ignorada. Ele tem o timbre da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e a entidade negou ter aprovado o material.
Felski foi detido pela polícia civil no final da tarde, dentro de uma padaria, onde entregava os panfletos aos clientes. Em seu carro, uma picape, foi apreendido um pequeno lote do material.
A denúncia à polícia foi feita pelo deputado Carlinhos Almeida, do PT. Depois da apreensão, o conselheiro do hospital foi liberado. Ele também é presidente da Liga de Futebol Jordanense.

Eu não preciso te declarar isso (a fonte distribuidora dos panfletos). Eu estava com os panfletos e este é um país livre, disse Felski, por telefone ao GLOBO.

Celmo Felski disse ser candidato a prefeito em 2012, mas alegou que não tem nenhuma filiação partidária. Ele disse ser eleitor do candidato do PSDB, José Serra, mas negou trabalhar para a campanha eleitoral tucana:

Eu sou produtor rural. Do hospital, sou só conselheiro. Não tenho carteira assinada, por isso posso trabalhar no dia que eu quiser, disse ele, ao explicar que, durante o horário regular de trabalho, estava entregando panfletos.

Celmo negou ter mandado imprimir o material e disse desconhecer os nomes dos bispos cuja suposta assinatura aparecem no material gráfico.

Não conheço nenhum deles. Não tenho gráfica. Sou um cidadão comum - afirmou, dizendo que "não sabia" que o material havia sido proibido pela Justiça Eleitoral.

Eu não tenho de me explicar. Quem deve explicações é a Dilma, que é contra o aborto (sic).

Do Blog do Noblat.


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Efeito Tiririca.

Passados 15 dias do primeiro turno tenho uma importante pergunta para você.
Você se lembra de cada um de seus seis votos do dia três?
Sim se lembra de todos! Parabéns você esta fora da media dos brasileiros.
Lembra-se de alguns votos ou simplesmente do voto no Tiririca?
Então de uma olhadinha no vídeo abaixo, você faz parte da grande maioria que insiste em jogar este imenso país no buraco.



sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Topa tudo por dinheiro.

Dirijo-me mais uma vez a vocês, com o carinho e o respeito que merecem os que sonham com um Brasil cada vez mais perto da premissa do Evangelho de desejar ao próximo o que queremos para nós mesmos.

É com esta convicção que resolvi pôr um fim definitivo à campanha de calúnias e boatos espalhados por meus adversários eleitorais. Para não permitir que prevaleça a mentira como arma em busca de votos, em nome da verdade quero reafirmar:

1 - Defendo a convivência entre as diferentes religiões e a liberdade religiosa, assegurada pela Constituição Federal;

2 - Sou pessoalmente contra o aborto e defendo a manutenção da legislação atual sobre o assunto;

3 - Eleita presidente da República, não tomarei a iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação do aborto e de outros temas concernentes à família e à livre expressão de qualquer religião no País.

4 - O PNDHU é uma ampla carta de intenções, que incorporou itens do programa anterior. Está sendo revisto e, se eleita, não pretendo promover nenhuma iniciativa que afronte a família;

5 - Com relação ao PLC XYY, caso aprovado no Senado, onde tramita atualmente, será sancionado em meu futuro governo nos artigos que não violem a liberdade de crença, culto e expressão e demais garantias constitucionais individuais existentes no Brasil;

6 - Se Deus quiser e o povo brasileiro me der, a oportunidade de presidir o País,pretendo editar leis e desenvolver programas que tenham a família como foco principal, a exemplo do Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida e tantos outros que resgatam a cidadania e a dignidade humana.

Com estes esclarecimentos, espero contar com vocês para deter a sórdida campanha de calúnias contra mim orquestrada. Não podemos permitir que a mentira se converta em fonte de benefícios eleitorais para aqueles que não têm escrúpulos de manipular a fé e a religião tão respeitada por todos nós. Minha campanha é pela vida, pela paz, pela justiça social, pelo respeito, pela prosperidade e pela convivência entre todas as pessoas.

Dilma Rousseff




Brasileiro... Um estrategista nato.

Estou longe de ser um entendido no assunto, mas a politica sempre esteve presente no meu cardápio de assuntos, seja carnaval, festa junina, feriado prolongado, final de campeonato ou qualquer outro assunto da vez a politica sempre tem seu lugar garantido nas minhas preferencias.
Mas admito que encontro muita dificuldade em encontrar alguém que também tenha este gosto, para ser bem sincero creio que não passam de dois.
Porem de dois em dois anos durante as campanhas o assunto se torna obrigatório nas rodas de conversa assim ninguém quer ser o único fora do assunto da moda e todos sem exceção se tornam especialistas no assunto.
Passado a euforia do primeiro turno e após a poeira ter baixado verificamos que os especialistas brasileiros mais uma vez conseguiram se superar. E para variar se esquecerão que o legislativo tem de ter um equilíbrio cirúrgico para que o país não penda perigosamente para nenhum lado que não seja o do povo.
Analisando a composição da próxima câmara e do senado podemos dizer que se ficar o bicho pega e se correr o bicho come.
É galera o futuro panorama politico é o seguinte:
Maioria na Câmara Federal PT e seus coligados.
Maioria no Senado PT e seus coligados.
Assim se a calopsita embalsamada ganhar poderá deitar e rolar sem ter ninguém a sua frente para questionar, ou seja, se quiser vira um Hugo Chaves de saia.
De outro lado se o clone do boneco Chuck ganha terá de leiloar cargos estratégicos do governo para conseguir uma governabilidade mínima.
Não adianta... Por pelo menos mais quatro anos a classe media, aquela que fica espremida entre os ricos e pobres terá de trabalhar para enriquecer os já ricos e patrocinar o bolsa família para aqueles que já jogaram a toalha da vida ha muito tempo.


quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Mais um apagão a vista.

Apagão elétrico, novembro de 2009;

Apagão aéreo, setembro de 2006;

Apagão das carteiras de trabalho, agosto de 2010;

Apagão dos passaportes, setembro de 2010.

Agora o brasileiro se prepara para o mais fantástico dos apagões, o apagão eleitoral e moral de outubro de 2010.

Já ia me esquecendo do apagão educacional, mas deste o PT se safa ele já existe desde o golpe de 64 e favorece além de todos os políticos que se utilizam da má qualidade de ensino para manipular o povo, os maus profissionais da área de ensino que também se beneficiam para se perpetuarem dependurados em seus nababescos cabides de emprego.

PS: Os pais ainda estão esperando uma explicação plausível a respeito do
sumiço dos notebooks dos alunos da rede pública de Campos do Jordão, o memorando da Secretária de Educação ao Vereador Ivo Strass está digamos equivocado, os alunos pelo menos onde meus filhos estudam nunca mais conseguiram colocar os olhos em cima destes aparelhos desde o final de 2008, das duas, uma: Ou a Secretária não tem a mínima noção a respeito do que esta acontecendo debaixo de seu nariz, ou este memorando é apenas uma forma de ganhar tempo.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Negócio de "Zé com Zé"


Governo retoma manobras contábeis para garantir meta de contas públicas
BNDES paga R$ 1,4 bilhão ao Tesouro por créditos da Eletrobrás e Caixa antecipa pagamento de R$ 958 milhões em dividendos

Adriana Fernandes, Fabio Graner BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo

Para compensar o descontrole do crescimento dos gastos neste ano, o governo começou a tirar novamente "coelhos" da cartola para aumentar o superávit primário das contas do setor público - a economia feita para o pagamento dos juros da dívida.
A aquisição pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de R$ 1,4 bilhão de crédito da União referente à participação de capital da Eletrobrás, autorizada ontem em decreto publicado no Diário Oficial da União, é a primeira de outras medidas que deverão ser tomadas até o fim do ano para reforçar as receitas do Tesouro Nacional e, com isso, o superávit primário.
O Estado apurou que a Caixa Econômica Federal também antecipou este mês para o Tesouro Nacional o pagamento de R$ 958,48 milhões em dividendos que seriam repassados somente mais tarde pelo banco.
O dinheiro, da mesma forma, entra como reforço no caixa do governo em agosto. A equipe econômica está tendo de buscar mais receitas porque ao longo deste ano conseguiu acelerar os investimentos, mas sem controlar outras despesas.
Segundo fontes da equipe econômica, outras empresas estatais também deverão reforçar as receitas com dividendos.
O superávit primário do governo central (que reúne as contas do Tesouro Nacional, Instituto Nacional do Seguro Social e o Banco Central), terá de ser robusto em agosto para o cumprimento da meta fiscal até o segundo quadrimestre do ano. A meta para essas três esferas do setor público já foi reduzida de R$ 40 bilhões para R$ 30 bilhões, mas mesmo assim o governo enfrenta dificuldades para fechar as contas. O governo tem de fazer em agosto um superávit de pelo menos R$ 4,6 bilhões.
Cessão onerosa. O decreto publicado ontem permite a cessão onerosa de créditos que a União tem a receber por ser acionista da Eletrobrás. As condições da operação não foram informadas. O decreto diz apenas que a operação deverá ser formalizada mediante instrumento contratual a ser firmado pelas partes.
O decreto não informa se esses créditos são relativos a dividendos futuros que a União tem direito a receber da Eletrobrás. Mas uma fonte do Ministério da Fazenda informou que essa é a intenção do decreto, o que funciona, na prática, como adiantamento de receitas futuras.
A cessão onerosa dos créditos da Eletrobrás foi permitida graças à Medida Provisória 500, também publicada ontem.
No fim do ano passado, o BNDES também comprou R$ 3,5 bilhões em dividendos que a União tinha direito a receber de participações societárias na Eletrobrás. Na ocasião, os dividendos eram devidos pela estatal referentes a lucros até 31 de dezembro de 2009. A operação, a última manobra fiscal do ano, foi autorizada pela MP 478. Nos últimos meses de 2009, o governo recorreu a vários outros expedientes para cumprir a meta fiscal. O próprio BNDES, por exemplo, foi obrigado a devolver ao Tesouro cerca de R$ 4,2 bilhões de subsídios ao setor privado em financiamentos do Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND).
"Mágicas". Um assessor do ministro da Fazenda, Guido Mantega, revelou que outras "mágicas" estão em estudo para aumentar as receitas. Na avaliação do Ministério da Fazenda, o uso dessas receitas é considerado legítimo, com efeitos positivos na economia. No ano passado, o governo adotou manobras como essas e também mudanças na legislação que permitiram à União receber receitas com depósitos judiciais para reforçar o superávit primário, cuja meta fiscal já tinha sido reduzida por conta da crise financeira internacional.
DestaquesR$ 1,4 bi é o valor do crédito da União referente à participação de capital da Eletrobrás que foi autorizado ontem a ser adquirido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
R$ 958,48milhões foi o valor em dividendos que a Caixa Econômica Federal antecipou este mês, para o Tesouro, uma operação que deveria ser feita mais tarde pelo banco
R$ 30 bié para quanto foi reduzida a meta do superávit primário do governo central inicialmente prevista em R$ 40 bilhões.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

A volta dos aloprados.

Dossiê Serra

Além de EJ, mais três dirigentes tucanos tiveram sigilo fiscal violado

LEONARDO SOUZA
DE BRASÍLIA

O vice-presidente-executivo do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, não foi o único tucano a ter o sigilo fiscal violado dentro da Receita Federal. Outros três integrantes do partido e ligados ao candidato tucano à Presidência, José Serra, também tiveram seus dados acessados irregularmente dentro do fisco.
Entre os dias 5 e 8 outubro, servidores da Receita imprimiram sem motivação profissional também as declarações de Imposto de Renda do ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros, do ex-diretor da Previ Ricardo Sérgio e de Gregorio Marin Preciado, primo de Serra.
Os dados foram levantados pela Corregedoria Geral da Receita, que abriu investigação para apurar a quebra do sigilo de EJ, revelada pela Folha em junho.
De acordo com a corregedoria, as informações fiscais dos três tucanos foram acessadas nos terminais de três funcionárias da agência do fisco em Mauá (SP), mesmo local de onde foram retiradas as cópias das declarações de EJ.
Antonia Aparecida Neves Silva, Adeilda Ferreira dos Santos e Ana Maria Cano são as principais suspeitas da violação do sigilo fiscal dos dirigentes tucanos.
Na terça-feira, Eduardo Jorge foi autorizado pela Justiça Federal a ter pleno acesso à investigação da Receita.
Cópias de cinco declarações de Imposto de Renda do tucano constavam de um dossiê montado pelo "grupo de inteligência" que atuou na pré-campanha da candidata Dilma Rousseff (PT).
A partir das reportagens da Folha, a corregedoria do Fisco e a Polícia Federal abriram investigações para apurar os vazamentos.

Fonte: UOL

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