Frase do dia

“Não sou contra o governo com o intuito de me tornar governo. Sou contra o governo porque ele é contra o povo”

Reginaldo Marques

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Brasil, ame-o ou deixe-o.

Quando vivemos em um país onde as leis, regras e normas sempre têm uma brecha para quem dela pode tirar proveito aliada à criatividade inerente do povo brasileiro o céu é o limite.

Como modificar uma cláusula pétrea da Constituição seria demasiado trabalhoso e desgastante criaram outra forma de instituir a censura no Brasil.

Os PTralhas após ascenderem ao poder não perderam tempo e por varias vezes tentaram impor a sociedade brasileira o “controle social da mídia”, quando se viram vencidos pela verdadeira sociedade livre logo inventaram a industria da judicialização da liberdade de expressão, onde cobrem com um tsunami de ações judiciais quem ouse lhes ser contrários, são os chamados crimes contra a honra.

Como a idéia para quem esta no poder é muito boa, a prática logo extrapolou as paredes do Planalto e do grupo de duendes vermelhos do PT e se espalhou como praga pelo país.

Mas você sabe qual é a diferença entre calunia, injuria e difamação?

Calunia – Se você acusar alguém de ter desaparecido com seu dinheiro, ou seja, um crime sem ter provas, estará sendo calunioso, mas se tiver provas neste caso livrará a cara.

Injuria – É qualquer tipo de xingamento dito diretamente a alguém seja lá por que motivo, tendo ou não razão ou provas vai ser condenado.

Difamação – Contou em seu Blog que fulano de tal tem um belo par de chifres, neste caso você esta cometendo difamação e mesmo que tenha provas você também vai ser condenado.

É o que esta acontecendo com um sem número de blogueiros pelo Brasil que estão sendo alvo destas avalanches de ações judiciais que tem por intuito não restabelecer a verdade ou assegurar a ilibada reputação e a honra dos agentes públicos e sim de calar a voz do povo.

Como não podemos desrespeitar as determinações judiciais nos cabe somente acatá-las.

Mas como nós blogueiros deste imenso e maravilhoso país sempre temos a única intenção de ajudar e nunca de atrapalhar, sugiro que para desafogar o judiciário brasileiro que convive com milhares e milhares de ações desta natureza que demandam tempo e trabalho de magistrados e funcionários públicos que poderiam estar se dedicando a ações realmente relevantes, que criemos uma tabela de valores onde cada cidadão pudesse pagar em qualquer agencia bancaria uma taxa e daí poderia “caluniar, difamar ou injuriar” aquele que tomou seu voto e depois simplesmente o detonou, sem ter de tomar o já escasso tempo destes valorosos servidores públicos que dedicam sua vida e seu tempo as lides judiciais.

Seria como um carne de IPTU por exemplo.

Pensei que poderia ser mais um menos assim:

Tabela de valores.

Calunia – R$ 5.000,00 por cabeça caluniada.

Injuria – R$ 15.000,00 por cabeça injuriada.

Difamação - R$ 10.000,00 por cabeça difamada.

E para não ser elitista, poderíamos criar o “Bolsa Difamação” onde o Governo distribuiria um cartão onde daria a população mais carente o direito de se utilizar de pelo menos uma das opções acima por ano sem ônus.

É seria até engraçado se não fosse trágico.


O exemplo vem de cima.

Em sessão realizada no dia 15 de junho de 2011 no Plenário do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo os Conselheiros Eduardo Bittencourt Carvalho, Relator, Antonio Roque Citadini, Edgard Camargo Rodrigues, Fulvio Julião Biazzi, Renato Martins Costa e Robson Marinho negaram provimento ao pedido do ex-presidente da Câmara de Vereadores de Campos do Jordão que pedia revisão da sentença em primeira instancia onde suas contas referentes ao exercício de 2007 foram rejeitadas mantendo por tanto na integra a decisão proferida em sessão do dia 20/10/2009 onde entre outras coisas determina a devolução de R$ 93.767,76 aos cófres públicos.

Bom, isso posto digo uma coisa que creio não seja de conhecimento da população que a maioria das contas da Câmara julgados pelo Tribunal de Contas do Estado foram rejeitadas e em muitos casos foi detectado que a Prefeitura vem efetuando repasses a mais para a manutenção da Casa.

Fica aqui um alerta a todos os eleitores e ao atual Presidente da Câmara, não dá para justificar esse tipo de coisa em uma cidade onde...

A Santa Casa esta abandonada, para quem não mora na cidade o termo abandonada não é figurativo é real.


Onde o único Hospital de referencia da Cidade passa por graves problemas financeiros.

Onde o Pronto Socorro esta pedindo socorro há muito tempo.

Em uma cidade onde existem escolas em estado precário de funcionamento vide Campista e Anísio.


Onde a APAE vive de pires na mão.

Um Centro de Excelência Esportiva tomado pelo mato.

Um Centro Gastronômico tomado por teias de aranha.

Para quem quiser maiores detalhes do caso é só acessar:

Decisão de 20/10/2009

Relatório/Voto


Decisão de 15/06/2011

Relatório/Voto


terça-feira, 28 de junho de 2011

Vida longa a liberdade, vida longa aos blogs.

Os comendantes da ofensiva contra a liberdade de imprensa ignoram que nem todos os jornalistas estão a venda.

Entre uma rodada de palestras financiadas por empresários amigos e uma missa negra pela salvação da pele dos pecadores de estimação, Lula retomou na terceira semana de junho a ofensiva contra a liberdade de imprensa. Coerentemente, a discurseira que tenta estigmatizar o jornalismo independente e faz a louvação da censura, rebatizada pelo PT de “controle social da mídia”, foi ressuscitada no Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas, que juntou em Brasília o bando que age na internet a serviço do governo e, sobretudo, do ex-presidente que ainda não desencarnou do Planalto.

“Nunca me preocupei com crítica, mas que elas sejam verdadeiras”, mentiu Lula para a plateia de blogueiros estatizados pelo companheiro Franklin Martins com verbas, empregos e favores providenciados pelo Ministério da Propaganda. “O que me preocupam são as inverdades, como aquela pedra, meteorito, que bateu na cabeça de um candidato na eleição”, voltou a trocar os fatos a socos e pontapés, insistindo em debochar da agressão sofrida pelo candidato tucano José Serra num evento eleitoral no Rio de Janeiro.

Anabolizado por salvas de palmas, o palanque ambulante caprichou nos afagos aos coadjuvantes das sucessivas farsas encenadas para transformar afrontas à democracia em piadas ─ ou para negar que aconteceram. “Vocês evitaram que a sociedade brasileira fosse manipulada como durante muito tempo ela foi manipulada”, inverteu as coisas o falsário patológico. “Vocês evitaram que os falsos formadores de opinião pública ditassem regras do que deveria acontecer no país”.

Nessa versão pilantra, o Brasil escapou de afundar nas fantasias urdidas pela imprensa não domesticada graças aos progressistas eletrônicos ─ uma tribo que agrupa fanáticos estacionados no começo do século 20, exotismos que ainda empunham garruchas da Guerra Fria e ex-jornalistas que arrendaram a alma ao governo para garantir uma velhice poupada ao menos de achaques financeiros. Todos incondicionalmente subordinados ao morubixaba, não acham nada sem prévia autorização, nem ousam pensar por conta própria. Esses requintes são para quem têm autonomia intelectual. Limitam-se a fazer o que o dono ordena.

No Brasil dos blogs governistas, não existem safadezas, roubalheiras, corrupção, ladroagem, quadrilhas federais, nada disso. E o escândalo do mensalão, claro, foi uma invencionice da elite golpista. Nesse país sem pecados, Erenice Guerra é uma dama de reputação ilibada, Antonio Palocci prosperou honestamente, Aloízio Mercadante e seus aloprados jamais fabricaram dossiês, Dilma Rousseff é uma pensadora onisciente, Lula é o gênio da raça e o partido segue honrando a frase recitada por José Dirceu no século passado: “O PT não róba nem deixa robá”.

O inevitável Dirceu apareceu no segundo dia da quermesse em Brasília disposto a explicitar o que o chefe sugerira e, de novo, esvaziar o estoque de bravatas. “É uma vergonha que a regulação da mídia não seja realidade”, irritou-se. “Se o Poder Legislativo é soberano e autônomo, ele fará a reforma”. Se não fizer, avisou o palavrório, terá de haver-se com as tropas do combatente diplomado em Cuba. “Estou disposto a travar essa luta junto com vocês”, avisou o guerrilheiro de festim.

Declarações beligerantes formuladas por Dirceu só conseguem matar de rir. Vencido pelo padeiro de Ibiúna em 1968, pelo medo paralisante nos anos 70, pela própria arrogância no restante do século, ele foi definitivamente derrotado pelo prontuário em 2005. Mas o revolucionário de araque está sempre pronto para perder mais uma. Ele se recusa a morrer antes de monitorar, de preferência instalado no gabinete do ministro da Propaganda, a implantação do controle social da mídia.

Enquanto durasse a experiência liberticida, o que merece ou não virar notícia seria decidido por comitês formados por gente de confiança do governo, como os participantes do encontro em Brasília. “Os blogueiros progressistas não têm rabo preso com ninguém, a não ser com a própria consciência”, garantiu Dirceu. Os que conheci nunca souberam o que é isso. Dependendo do preço, suariam a camisa com o mesmo entusiasmo num campo de concentração nazista ou num gulag soviético.

A recidiva autoritária de Lula e Dirceu foi concebida para inibir os que não se deixam intimidar e açular os blogueiros federais. Além dos incontáveis casos de polícia já eviscerados pela imprensa, vêm aí a Copa da Roubalheira, a Olimpíada da Ladroagem e, antes dos dois espantos, o julgamento da organização criminosa envolvida no mensalão. Para que o governo do padrinho e da afilhada não fique ainda pior no retrato, é essencial reduzir o espaço de quem insiste em contar o caso como o caso foi e ver as coisas como as coisas são.

Os comandantes da ofensiva, intensificada neste fim de semana, vão constatar de novo que manobras liberticidas naufragam já nos primeiros artigos da Constituição. E descobrirão que não são poucos os profissionais que ilustram a lição de Cláudio Abramo: “O jornalismo é, antes de tudo e sobretudo, o exercício cotidiano do caráter”. Jornalistas independentes são prisioneiros voluntários da paixão pela verdade. Enxergam e denunciam delinquências seja qual for a filiação partidária do bandido. Sabem que a liberdade não tem preço. E não estão à venda.

Do Blog do Augusto Nunes.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Os dois lados da mesma moeda.

Nos meados da década de 90 quando o então Presidente Fernando Henrique Cardoso iniciou o processo de privatização no Brasil, o mesmo foi duramente criticado. Porem passados praticamente 10 anos de governo PT nenhuma das áreas privatizadas foram reprivatizadas, ao contrario as agencias de controle criadas pelo governo FHC para regular a relação empresa, consumidor e governo foram completamente sucateadas e transformadas em imensas e pesadas agencias que muito gastão e dana fazem.

Passados quase vinte anos do inicio das privatizações onde o cruzamento de elefante com tartaruga que era e ainda é o governo resolveu repassar estes micos para a iniciativa privada que mesmo tendo melhorado os serviços em pelo menos 10.000% ainda esta uma verdadeira porcaria ainda perdemos tempo e saliva para discutir e debater este assunto.

Bom esta enchessão de lingüiça é só para dar uma idéia de como nós; ai generalizo sem medo de errar agimos quanto as prioridades neste país.

Dito isso vem a tal da moeda.

De um lado enquanto perdemos um enorme tempo em assuntos que já foram exaustivamente debatidos, o governo que deveria se limitar a fazer o seu trabalho deixa ao léu áreas que deveriam sim ser a jóia da coroa de qualquer governo que tem a mínima vergonha na cara. É! Estou falando nada mais nada menos do que da APAE.

Alguém pode me responder porque cargas d’água uma instituição da importância da APAE que realiza um trabalho de integração e adaptação e sim! Porque não dizer resgate da dignidade de cidadãos que criminosamente são tratados como cidadãos de terceira ou quarta categoria ou até nem cidadão são considerados, tem de sobreviver através de parciais doações de particulares, e não é totalmente mantida pelo governo seja federal, estadual ou municipal? E digo mais, parciais doações uma ova! Se fossem parciais a APAE não estaria nesta pindaíba! Estas “parciais” doações são a grande fatia do bolo, isso sim!

Eu vivo me perguntando por que o Governo Federal tem de pagar milhões para se confeccionar uma aberração de um Kit Gay e não tem verba para manter uma instituição do porte da APAE? Por que o Governo do Estado tem condições de gastar milhões e milhões de reais para realizar um Festival de Inverno que interessa a meia dúzia de quatrocentões paulistanos e um bando de bobo alegre que detesta, mas acha chique ouvir musica clássica, mas não pode dispensar sequer um segundo de sua atenção a APAE? E o que dizer de um Governo que deveria ser para nossos filhos que consegue pagar 44,3 mil reais na compra de 1.4 milhões de folhas de papel sulfite sabe-se lá para que finalidade e deixa a APAE de pires na mão em Campos do Jordão?

Mas vamos lá! Fazer o que? Por aqui se resolveu que o governo tem de cuidar de incentivos fiscais para a Gal Costa fazer um blog, e que a APAE é de responsabilidade direta do povo. Então ta!

Ai vem o outro lado da moeda.

Se a coisa funciona assim e ninguém sabe-se lá o porque nunca questionou até hoje os políticos ou autoridades a respeito desta bizarrice então fica outro questionamento; qual é a real dificuldade que a sociedade jordanense tem para abraçar de vez a APAE?

Por aqui somente no ramo hoteleiro e gastronômico existem senão uma dezena com certeza chega perto disso o numero de associações, confrarias e outros que tais que alem de encherem a paciência do cidadão com seus falatórios completamente desprovidos de conteúdo servem somente para realizar aqueles intermináveis rega-bofes; isso sem falar na ACE que alem de deixar uma Lei do naipe da Lei Cidade Limpa ser aprovada sem mais problemas agora deu de intermediar a pouca vergonha das placas da temporada, mas nenhuma destas entidades apesar das varias cabeças coroadas que as formam conseguem defender os interesses da APAE.

Bom, daí alguém vai falar de que porcaria esta camarada está falando? Falou, falou e disse o que ate agora?

Estou falando das prioridades. Enquanto dermos mais importância ao futebol, a cerveja, ao carnaval, e ao churrasco do fim de semana ao invés de questionar o porquê do abandono da APAE pelos poderes públicos nunca mereceremos respeito.

Enquanto discutimos o sexo dos Anjos e se a temporada será ou não melhor do que a passada a APAE se vai...



sexta-feira, 24 de junho de 2011

Lei para que? Ou para quem?

Alguém se lembra da Lei Cidade Limpa?

É parece que alem da população a Prefeitura e até mesmo a ACE se esqueceram.

Enquanto muitos empresários foram obrigados e refazer as suas fachadas para se adaptar a nova Lei na região de Abernéssia e Jaguaribe o resto da cidade diga-se Capivari continuou a sua vida como se nada estivesse acontecendo.

Após a polêmica inicial e o estrondoso falatório tudo foi esquecido e a bagunça esta ai como sempre.

Agora a própria ACE que deveria ser a primeira a questionar o cumprimento da Lei Cidade Limpa por todos os comerciantes da cidade de forma linear e sem bolsões de ilegalidade explicita está compactuando com a baderna que se instalara por mais uma vez na temporada.

A exótica oferta de publicidade vem com um regalo aos comerciantes da cidade com a oferta de um desconto de até 50% para a confecção e exposição de suas marcas em placas, relógio e dormentes que por mais uma vez serão espalhados por toda a cidade.

Quando a lona do circo da temporada for arriada quem vai pagar pela emporcalhação de toda a cidade por mais uma vez será o pequeno comerciante que é o único que tem de seguir a risca esta porcaria de Lei.


Fala sério hein ACE!

Segundo a empresa: UP - Grupo de comunicação, PLACAS DE RUA E DORMENTES tem 50% de desconto para empresas jordanenses. RELÓGIOS não tem desconto.

Segue tabela de preços:
Período:

Julho de 2011 até Dezembro de 2011

PLACAS DE RUA (50% OFF para empresas jordanenses)

* Preço Placas de Rua Capivari:

R$4.000,00 unitário

* Preço Placas de Rua Abernéssia:

R$3.000,00 unitário

RELÓGIOS (Não tem desconto)

* Preço Relógios Pontos Privilegiados:

R$20.000,00 unitário

* Preço Relógios Normais:

R$10.000,00 unitário

DORMENTES (50% OFF para empresas jordanenses)

* Preço:

R$10.000,00 unitário

CONTATO:

UP Grupo de Comunicação

Coluna Passando a Limpo - Jornal Regional

Pizza! Oba!

Estima-se que a pizza surgiu há cerca de 6 mil anos, quando egípcios e gregos misturavam farinha e água e assavam em fornos quentes.

A novidade chegou à Itália, ganhou outros ingredientes e finalmente veio para o Brasil através dos imigrantes italianos.

Hoje em dia não há quem resista a esse prato, e graças à criatividade brasileira, surgiram os mais diferentes tipos de pizza.


Ingredientes para pizza original.

1 xícara de água quente, em torno de 38 graus;
2 xícaras de farinha de trigo;
7 gramas de fermento;
1 colher de sopa de açúcar;
Algumas pitadas de sal;
1 xícara de óleo vegetal;
Orégano;
Fubá.
Opcionais: molho de pizza, queijo e coberturas.

Modo de preparo da pizza original.

Misturar água, fermento com açúcar, farinha e sal numa tigela grande. A massa cresce até 50%, então você precisará de uma tigela grande.

Colocar a tigela sobre água quente e deixar a massa crescer por 20-30 minutos.

Colocar óleo vegetal na frigideira e borrifar fubá sobre ele.

Colocar na frigideira a massa espalhando-a com espessura de meio centímetro. Borrifar farinha de trigo sobre a massa.

Opcionalmente adicionar sobre a massa molho de pizza, queijo e coberturas.

Cozer por 15-20 minutos a 220 graus. Girar a cada 5 minutos.

Adicionar o orégano a gosto.

Para acompanhar esta sétima maravilha da culinária sugiro um Chianti Montalbano.

O menu está pronto agora é só reunir a família e chamar os amigos no próximo dia 7 de outubro de 2012 e se empanturrar de pizza e tomar um animado pilequinho de vinho.

Uma boa dica é a seguinte, a melhor pizza para servir nestas ocasiões é a mezzo a mezzo.

Mezzo pane, mezzo circus.

Enfim, como dizem os italianos...

...Stress per questo? Tutto finirà in pizza!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Gregos e Troianos.

Sem duvidas um dos maiores desafios enfrentados pelos candidatos a cargos públicos eletivos é agradar ao maior numero de eleitores possível.

O que aparentemente é fácil pode se tornar em um enorme pesadelo.

Na corrida eleitoral e principalmente na reta final os candidatos tendem a partir para o tudo ou nada, e oferecem e prometem o que podem a principalmente o que não podem.

Em Campos do Jordão com a antecipação da campanha por conta do caos político instalado na cidade e pela promiscuidade ideológica dos pretendentes as cadeiras do administrativo e do legislativo tem deixado em evidencia esta vontade de todos quererem a qualquer custo agradar a Gregos e Troianos.

Porem algumas coisas não se aplicam somente a política e extrapolam a corrida eleitoral e acabam por nos mostrar como um comportamento que pode ser classificado de normal hoje, nos da a medida exata de como este ou aquele candidato se comportará em um futuro não muito distante.

Na vida dita normal não se pode servir a dois senhores, não se acende uma vela para Deus e outra para o Capeta.

Na política não se pode agradar ao povo e se associar a políticos sem que um dos dois não seja traído durante o percurso de seu mandato.

Não fico a vontade quando alguns candidatos se aproveitam das situações de desespero da população para amealhar dividendos políticos.

Talvez seja a hora de se dividir o campo de batalha, e de cada um pegar a sua arma e a sua farda e partir para a guerra de cara limpa sem se beneficiar da camuflagem.

No que diz respeito a política jordanense não tem meio termo. Ou você está com o povo ou esta contra ele.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Enfim... Livre!

Do contra! Eu? É claro que sim. Se a questão é esta, governo e povo sempre em lados opostos no campo de batalha, meu lugar sempre vai ser este onde estou hoje. Não me interessa quem esteve, está ou estará com a bunda acomodada no trono do palácio imperial do Morro do Elefante, muito menos na Câmara dos Lordes. Não tenho problemas particulares com ninguém, até porque essa gente “privilegiada” nunca fizeram ou farão parte do meu circulo de amizades muito menos frequento lugares comuns.

Sempre escutei aquela lengalenga de que não adianta somente criticar, tem de participar, até já postei a respeito disso aqui e de que adiantou?

Essa gente “importante” que tem cargos, postos, mandatos, ou seja, lá que nome elas dão a sua condição social não quer ouvir o Zé Ruela da esquina, o seu João que cata latinha na porta da balada para aumentar a renda familiar, apesar de já estar aposentado ou a D. Maria que limpa o chão de seus escritórios.

Essa gente que pertence a uma casta superior a dos brasileiros comuns não tem por hábito ouvir o povo; ser criticado por este zé-povinho então! Nem pensar!

Afinal com quem vocês acham que estão falando?


Desta forma após quase 30 anos tentando fazer parte da paisagem social da cidade vagando em varias associações e siglas partidárias no mais ingênuo estilo “não adianta somente criticar, temos de participar” fui sistematicamente ignorado como todos os outros que conheci e que como eu tinham somente boas intenções.


Assim resolvi me entrincheirar de vez nas minhas ideias e me alimentar somente das minhas convicções e esta carta de alforria me da à sensação de alivio e de liberdade que tanto necessitava para enfim ser somente pedra.
Decidi não ser mais vidraça, porque descobri que o sucesso e o fracasso têm a mesma origem e a critica é o adubo que faz desabrochar as mais belas flores. E esta de agora em diante será a minha forma de contribuir, aguçando e alimentando o sucesso e o fracasso de cada um, e de todos.

E se alguém quiser me dar o troco à única coisa que tenho a dizer é que a opinião que os outros possam ter sobre mim não é do meu interesse.

Não sou hipócrita o suficiente e nem irresponsável como por muitas vezes gostaria de ser a ponto de dizer que sou o cara mais integro e honesto da face da terra, porque com certeza existem milhões de pessoas com muito mais valor ético e moral do que eu, mas na média da moral e da dignidade do brasileiro me saio muito bem sim senhor!

Talvez seja até por isso que sempre me dou mal quando me junto a políticos e politiqueiros. 

Como não sou o dono da verdade muito menos escritor de meu destino, nunca mais é muito tempo, então não vou cometer o desatino de dizer que nunca postularei cargo público, mas hoje com certeza posso dizer que desta água não beberei.

Por enquanto é faca nos dentes!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Mais uma vez o turismo!

Turismo bom para todos!

Assim começa o editorial do Jornal Campos do Jordão & Cia periódico semanal de Campos do Jordão do jornalista Schiavo Jr.

O editorial discorre a respeito da baderna em que se tornou a Lei Cidade Limpa em Campos do Jordão.

Lei que funciona e é cobrada pelo poder público somente do portal de entrada da cidade a Vila Jaguaribe situação que estranhamente é aceita bovinamente  pelo comércio da região.

Apesar da chamada o editorial pouco ou praticamente nada fala das várias classes que deveriam usufruir do turismo na cidade e por mais uma vez concentrasse na milenar choradeira do comércio local.

O turismo na cidade refugio dos lordes paulistas e demais senhores feudais do Brasil nunca, nem em seus áureos tempos nas décadas de 60 e 70 foi bom para todos.

O turismo em Campos do Jordão seja em plena temporada de inverno ou sazonalmente durante o resto do ano só da lucro aos donos do comércio, os demais trabalhadores sejam eles ligados diretamente ao turismo ou não invariavelmente são ludibriados pelo mito dos 10% e ficam roendo o osso.

Em Campos do Jordão de 10 estabelecimentos comerciais 9 são empresas familiares onde o próprio nome já alerta que tem fôlego somente para suprir as necessidades da família proprietária, não tendo as mínimas condições de assegurar aos seus funcionários um salário que mantenha o mínimo de sua dignidade cumprindo não uma boa ação mas sim a sua função social.

E quando a tal empresa de família consegue decolar e se firmar solidamente no cenário financeiro da cidade surge o dilema: Se concede o merecido aumento salarial dos funcionários que com seu trabalho proporcionaram a estabilidade financeira da empresa e do empresário ou se aumenta a mesada das crianças em casa? Com certeza 100% dos empresários optam pela segunda.

Ai surge o subemprego e o regime de escravidão branca onde para manter um padrão de vida minimamente aceitável o trabalhador tem de se sujeitar aos bicos situação que é alem de bem vista aos olhos da sociedade é prontamente incentivada pelos patrões. Fato que tira do ceio da familia e da convivência social o cidadão de bem.

Campos do Jordão é uma cidade pequena, que pensa pequeno, que tem pequenas empresas e minúsculos empresários.

É como diz o ditado: Quem nasceu para ser Campos do Jordão nunca chagará a Gramado.

Festa Junina...

Para quem gosta, dias 25 e 26 de junho próximos estará acontecendo a Festa Junina da Associação de Moradores do Britador atrás do Supermercado Piratininga.

A festa além da normal confraternização e manutenção dos costumes de nossa terra também servirá para arrecadar fundos para a manutenção dos times de futebol do bairro que hoje conta com 60 crianças entre 08 e 19 anos.

Vale conferir a festa, e da sua maneira ajudar a manutenção deste projeto social.

Quem quiser ajudar de outras formas pode entrar em contato com o festeiro pelo celular (12) 9769 – 3968.