Frase do dia

“Não sou contra o governo com o intuito de me tornar governo. Sou contra o governo porque ele é contra o povo”

Reginaldo Marques

domingo, 12 de julho de 2009

Informativo do bairro


O informativo do bairro foi uma iniciativa minha, sou o responsável desde os textos ate a diagramação final do informativo.
A idéia é colocar os moradores a par dos acontecimentos da associação de forma simples e direta, e também de fazer com que os moradores se interessem um pouco mais pela associação e pelo bairro.
O informativo é composto por somente uma folha A4 com frente e verso impressos.
As matérias são pertinentes as atividades da associação e não traz conteúdo político ou religioso e não faz criticas a este ou aquele cidadão bem como também não tem por objetivo promover seja lá quem for.
Se o informativo continuar a sair de forma periódica talvez as pessoas se interessem pelo jornal do bairro e ele possa crescer e adquirir vários colaboradores, por enquanto segue este blogueiro com a tarefa de coloca-lo nas ruas.

Festa junina do Amadeu


A realização da festa junina ficou totalmente por conta da Escola Amadeu e a AMA – Vila Britânia somente contribuiu com a arrecadação de algumas prendas a com a divulgação do evento com faixas espalhadas pelo bairro e na praça do Gazebo no centro da cidade e com a divulgação em seu informativo.

Doação de manilhas para reparos na rua da quadra


Toda época de chuvas as residências ribeirinhas são as que mais sofrem com alagamentos no bairro, principalmente as residências localizadas entre a ponte central do bairro e o Hotel Duas Quedas pelo fato de esta parte do bairro ser a mais baixa.
Alem deste fator que já é conhecido a décadas pelos moradores da região teve um agravamento significante após o asfaltamento da Rua Leonor Saraiva Prizrembel.
O asfaltamento impermeabilizou a rua que não da mais vazão as águas da parte mais alta da rua e alem das águas que já entrava nas casas da rua pelo rio agora também são invadidas pelas águas da rua.
Os moradores em primeira instância recorreram ao vereador do bairro, que nada fez.
Procurado o Presidente conseguiu através de um empresário da cidade algumas manilhas de grande porte para que os moradores tumulassem as águas da referida rua.
Classifico esta atitude juntamente com a reforma do ponto de ônibus como as mais importante dos 200 dias.

Doação de diversas mudas para a Escola Amadeu através do Viveiro Municipal


A doação das mudas na realidade foi um redirecionamento das mudas do viveiro municipal para a escola e para ser bem sincero não sei o porquê de a associação ter servido de intermediário entre duas instituições municipais.

Curso de entalhe em madeira e teatro


Os cursos de entalhe em madeira e de teatro na comunidade foi idéia do Presidente da AMA – Vila Britânia para retirar as crianças da rua do bairro.
O presidente a toque de caixa como sempre, conseguiu as parcerias primeiro com uma artista plástica que se dispôs a ser a professora de entalhe e logo após com a Secretaria de Cultura da cidade que disponibilizou os professores para o curso de teatro e por fim com a escola Amadeu que por sua vez cedeu o espaço para a realização dos cursos.
Abertas as inscrições pensávamos que logo os adolescentes do bairro e redondeza se empolgariam com a novidade e preencheriam as vagas, mas não foi o que aconteceu.
A procura pelos cursos foi muito abaixo do esperado e ate hoje não se conseguiu preencher sequer uma turma para começar os cursos.
Lamentamos pelos adolescentes que estão desperdiçando uma boa oportunidade de enriquecer seus conhecimentos e seu currículo.
Também gostaria de deixar registrado que durante o período em que a AMA – Vila Britânia manteve a divulgação dos cursos através de cartazes espalhados pelo bairro e imediações sofreu um boicote de pessoas “desconhecidas” que destruíram todos os cartazes de divulgação dos cursos.

Reforma do ponto de ônibus.


A reforma do ponto de ônibus da praça principal da Vila Britânia foi em minha opinião o maior feito da AMA – Vila Britânia nestes 200 dias.
O ponto se encontrava totalmente deteriorado com sua cobertura completamente destruída e com seu madeiramento descascado e quebrado.
O Presidente correu atrás de moradores e empresários da cidade que de bom grado doaram mão-de-obra e materiais para a revitalização do ponto.
O ponto é o principal da região e tem o maior movimento de passageiros e a falta de cobertura e com seu madeiramento comprometido não oferecia as menores condições de uso por crianças, mulheres e idosos.
O evento foi tão significativo que no dia em que o ponto estava sendo reformado a participação dos moradores foi maciça e em sua inauguração contou com a presença da Prefeita e de seus secretários.
Deste feito ficou a certeza que uma associação é feita por todos e tem de se dedicar ao coletivo de forma eficiente sem alegorias inúteis.

Bloco dos Artistas


A realização do carnaval em Campos do Jordão sempre foi um fiasco, mesmo em anos passados onde a cidade era realmente pequena e a população era mais desinibida e participativa.

Assim o carnaval deste ano na cidade foi realizado as pressas (como sempre) e claramente sem uma infra-estrutura mínima, deste desfile participarão os blocos mais tradicionais da cidade e a AMA – Vila Britânia debutou representada pelo Bloco dos Artistas.


A apresentação na avenida foi como a cidade fria e vaga, dos mais de cem abadas distribuídos pelo bloco no máximo 20 foram à avenida, valeu apenas para testar a união dos moradores.


Esta participação no fadado desfile cabe salientar foi à revelia deste que vos escreve que nunca foi dado a festas e tem a certeza que uma associação de um bairro operário tem inúmeros afazeres dentro de sua comunidade bem mais importantes que festejos sejam lá quais forem.


Conforme já descrito em post passado os presidentes das associações de Campos do Jordão não são conhecedores dos tramites legais de uma associação e assim fazem sem cerimônia o que querem sem dar maiores explicações. Assim não fui consultado a respeito da participação da entidade na festa e sim comunicado do fato.


O Presidente da AMA – Vila Britânia tem um tramite muito bom com a Secretaria de Cultura por conta de sua esposa que é artista plástica, desta forma uniu o útil ao agradável. Agradou a Secretária que precisava mostrar trabalho em seus primeiros meses na pasta, fez um barulho na comunidade e de lambuja administrou uma verba de mais de quatro mil reais.


O ponto negativo é que a participação da entidade no desfile por conta da tal verba despertou o ciúme de um vereador do bairro que lançou duvidas a respeito da utilização do dinheiro da Secretaria pelo Bloco dos Artistas.


Na realidade descobriu-se que a verba que foi dada ao Bloco dos Artistas pela Secretaria não veio de entidade publica e sim de uma empresa particular o que descaracteriza por completo a utilização de erário publica no evento, fato que acabou por deixar nosso nobre edil falando sozinho na câmara.


Fica a lição de que uma associação de moradores não pode se dar ao luxo de promover e participar de festas sem que se desgaste desnecessariamente.


Para quem gosta de festejos o mais correto seria fundar uma associação recreativa voltada somente para o entretenimento de seus associados.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

AMA – Vila Britânia, prós e contras


Dia 30 de junho de 2009 completaram-se 200 dias da fundação da AMA – Vila Britânia desta maneira nos próximos posts serão analisados as ações já empreendidas e as que ainda não foram realizadas.
Para não deixar os posts muito grandes e cansativos vou dividi-los em:

Ações empreendidas.
Bloco dos Artistas;
Reforma do ponto de ônibus;
Curso de entalhe em madeira e teatro;
Doação de diversas mudas para a Escola Amadeu através do Viveiro Municipal;
Doação de manilhas para reparos na rua da quadra;
Festa junina do Amadeu;
Informativo do bairro;
Ligação da iluminação da Rua do Canal;
Limpeza e capina no bairro.

Ações não empreendidas.
Registro da associação no cartório;
Reunião com a diretoria;
Assembléia geral;
Muro de arrimo na cachoeira;
Limpeza do rio;
Sede da associação.

Coluna Passando a Limpo - Jornal Regional


Já há algum tempo um amigo jornalista dono de um jornal que circula na região me convida para manter uma coluna em seu jornal ou mesmo colaborar com uma ou outra matéria de vez em quando.

Por não me achar tão preparado quanto este amigo avalia que sou nunca mandei e nem pensei a sério no assunto.

Porem no último mês em um bate papo informal mais uma vez este amigo me cobrou sobre o assunto a não tive como negar, como a conversa no momento girava em torno de política resolvi escrever alguma coisa a respeito e enviar ao tal amigo.

Dias após ter enviado o bendito texto nos encontramos novamente e muito agradecido me disse que já iria ser publicado na próxima edição.
 Assim desde hoje sou oficialmente um colunista do Jornal Regional de Campos do Jordão.

E sempre que alguma matéria minha for publicada a compatilharei com voces neste espaço.

Abaixo segue a meu primeiro texto publicado.

O Governo e o Estado

Sempre que uma nova administração toma posse existe muito entusiasmo em suas fileiras e naturalmente muitas idéias e novos projetos mais cedo ou mais tarde acabam surgindo.


Muitas idéias serão bem vindas outras nem tanto, mas e aquelas idéias e projetos das administrações passadas que foram concluídos ou estão ainda a ser concluídos? O que será deles?

Esta pergunta se faz necessária tendo em vista que inúmeros projetos são extintos na passagem de uma administração para outra e varias obras estão inacabadas ou abandonadas em nossa cidade, prédios públicos, espaços comunitários que estão sem uso e sem uma expectativa de algum dia servirem à população.

A explicação deste fenômeno é que estes projetos e estes espaços são frutos de planos de governo e não de Estado assim invariavelmente o que o governo x constrói o governo y não se interessa em dar continuidade.

Cada governo eleito planeja sua administração de acordo com seus sonhos e seus ideais e nunca se preocupa em saber quais são as reais necessidades da população.

Planos devem ser apresentados e executados sempre a nível de Estado e nunca de governo.

Esta preocupação deveria ser praxe dos governantes pelo simples fato de que os governos são transitórios, mas o Estado é permanente.

Não podemos nos dar ao luxo de ter em nossa cidade um hospital fechado, outro inacabado, um centro de eventos abandonado etc.

Precisamos nos mobilizar e construir uma consciência mais apurada para detectar os reais problemas de nossa cidade e apresentar ao governo que ai está projetos de interesse coletivo e não somente direcionados e uma fração da população.

O Estado que é representado por nós cidadãos precisa se articular e planejar de forma objetiva e clara como quer deixar a cidade para nossos filhos e efetivamente cobrar do governo seja ele qual for que realize estes projetos e conclua os vários outros em andamento que podem não ser tão importantes para os governos, mas sem duvida são fundamentais para o funcionamento do Estado.

Campos do Jordão agoniza e precisa urgentemente de saúde, educação e lazer de boa qualidade, chega de política do pão e circo.

domingo, 10 de maio de 2009

Um gigante adormecido

Movimentos sociais organizados, um gigante adormecido em nossa cidade.

Porque as associações de moradores de bairros operários nunca dão certo?

A primeira resposta que vem a cabeça de uma pessoa que se depara com esta pergunta é:

Exatamente por serem de bairros operários, ou seja, é por não ter recursos financeiros para dar prosseguimento nesta tarefa é que nunca dão certo.

Realmente o fator econômico é relevante na não continuidade de uma associação de moradores, mas é somente o fator econômico que faz com que estas instituições de extrema importância para a representatividade da parcela historicamente desfavorecida da sociedade não evoluam?

Simplesmente porque não tem dinheiro?

Ora meus caros a falta de dinheiro não justifica a falta de criatividade, e olha que o brasileiro se gaba de ser o povo mais criativo da face da terra!

Então qual seria o fator preponderante para o insucesso destas instituições em nossa cidade?

Não existe apenas um fator determinante, aquele que sozinho é o vilão que inibe esta conquista.

Existem sim inúmeros acontecimentos e detalhes que somados enfraquecem o alicerce destes movimentos sociais que acabam por rachar e afundar com quaisquer pretensões de se manterem atuantes e dignas.

Vamos analisar com calma alguns destes fatores que contribuem para o fim precoce destas associações:

1 – Políticas sociais.

Praticamente não existem políticas sociais voltadas às associações de bairro no Brasil, e as poucas existentes nem de longe surtem o efeito desejado.

Historicamente o governo federal e o estadual não apóiam ou se preocupam com as cidades isoladamente, sempre se dirigem as regiões, imagine então se vão se preocupar em viabilizar a implantação ou a manutenção de micro associações de moradores de bairro!

Esta tarefa geralmente é repassada as prefeituras que por sua vez também não se movimentam neste sentido.

Pelo contrario o poder público invariavelmente as vê como potenciais inimigos e não como futuros parceiros.

Políticos em geral se intimidam com a possibilidade de uma comunidade se organizar e se tornar competente o bastante para levar sozinha à frente as suas reivindicações.

Desta maneira manter estas instituições em um regime de ilegalidade e desorganização é a maneira mais simples e barata para se manter o total controle sobre elas, daí a falta de vontade política de se criar mecanismos simples e objetivos para fomentar a criação de novas associações de moradores e manter funcionando as já existentes.

2 – Falta de interesse.

Nunca é tarefa fácil reunir um numero mínimo de pessoas para se fundar uma associação de moradores; Geralmente todos se empolgam com a idéia, mas sempre da boca para fora, pois quando é para arregaçar as mangas e partir para a luta nunca podem participar de nada.

No final das contas após uma longa e desgastante conversa se consegue os nomes para se formar a tal associação, mais ai cria-se um novo impasse como serão divididos os cargos?

E o mais importante quem será o comandante da equipe?

Comumente os cargos são divididos de forma aleatória e ninguém quer ser o responsável por nada, assim o cargo de presidente acaba sendo imposto àquela pessoa que se destaca pela sua personalidade e que constantemente é a mesma que passou horas argumentando para que as outras pessoas se mobilizassem pela nobre causa.

3 – Da falta de interesse a torcida contra.

Para muitos a tarefa já estaria acabada, afinal formada a associação é bola para frente. Ledo engano!

Conforme descrito acima estes “diretores” na pratica foram “obrigados” a participar.

Então surge um fenômeno interessante: A associação de uma pessoa só.

Isto mesmo todas as tarefas da associação ficam a cargo do presidente, ele responde pela secretaria, tesouraria, departamentos e lógico pela presidência. Ele sozinho elabora e da seqüência aos projetos, e nunca tem tempo para dar satisfação de seus atos aos demais integrantes da diretoria e muito menos a assembléia geral.

Então após um inicio difícil começa a surgir os primeiros frutos, algumas festas realizadas com relativo sucesso, e eis o nome do fulano ganhando destaque.

O vereador ciclano quer falar com ele, o secretário bertano só recebe o tal presidente, cartas, convites, algumas fotos no jornal e pronto!

Os demais supostos componentes da associação que se mantiveram omissos até então se sentem traídos, menosprezados e injustiçados.

E a primeira atitude é propagar aos quatro ventos que o fulano é autoritário não deixa ninguém mais aparecer, e pedem a sua cabeça, mas se esquecem que a associação foi fundada há tempos por todos e nunca ninguém se arvorou a efetivamente tomar as rédias de seu cargo e simplesmente fazer o que já deveria estar sendo feito. Trabalhando em conjunto.

Começa então a torcida contra, a torcida para o quanto pior melhor.

3 – Falta de foco.

Nunca se estabelece uma prioridade para a luta da associação, este fato gera um problema grave, iniciam-se inúmeros projetos ao mesmo tempo e nunca se chega ao final de nenhum deles, criando uma sensação de incompetência e de frustração.

Todas as associações se limitam a organizar festas e marcar reuniões aonde a única coisa que se resolve é a marcação de uma nova reunião.

4 – Possessividade.

O brasileiro é possessivo por natureza, vem de sua origem latina e não poderia ser diferente dentro de uma associação.

O fundador que sempre é o presidente age como se a associação fosse de sua propriedade particular, uma extensão de sua casa, nunca da satisfação de seus atos a ninguém.

Esta postura de poder e controle total acabam por intimidar as pessoas e ninguém mais quer saber de participar ou dividir as responsabilidades, então a carga de tarefas é jogada nas costas do presidente situação que acaba criando um circulo vicioso que o torna definitivamente dono da instituição.

Qual o problema nisso? Se ninguém quer saber de nada, nada mais justo que o fundador e presidente de as cartas não é isso?

Não! A perpetuação no cargo e o sentimento de posse acabam por gerar inúmeras dificuldades e destas dificuldades a quebra da credibilidade e o acumulo de irregularidades administrativas dentro da associação.

Este cidadão por ser o único a manter a associação em atividade, por ter sob seu controle todas as ações da associação nunca se da ao luxo de ler o estatuto, aliás estatuto para as associações de bairro é um mero pedaço de papel que fica jogado no fundo de uma gaveta, é peça descartável da vida cotidiana destas entidades.

Assim mudam diretores a qualquer momento, quebram direitos inalienáveis dos associados como se fosse uma coisa absolutamente normal, modificam o estatuto sem o conhecimento da assembléia geral, tomam decisões absurdas e irresponsáveis, enfim tratam à coisa pública que é uma associação, como se fosse um clubinho de bolinhas de gude.

5 – Falta de seriedade e de profissionalismo.

A forma displicente e amadora como as associações de bairros operários são conduzidas é o fiel retrato da falta de seriedade e de profissionalismo com que estas importantes instituições são encaradas pelos seus “diretores”.

Falta seriedade porque tratam à associação como um passatempo, uma coisa para se preocupar no final de semana ou um simples instrumento para mobilizar a população para realizar aquela festa de confraternização.

Falta profissionalismo porque ninguém se interessa em ler, se aprofundar nas coisas do terceiro setor, dificilmente algum presidente de associação sabe o que é terceiro setor.

Raramente se encontra alguém que saiba a diferença de edital para ofício, alguém que saiba ou tenha interesse em saber como se redige uma ata, e nenhuma associação possui ao menos um arquivo decente.

Os cargos de diretoria são distribuídos aleatoriamente e as pessoas indicadas para exercê-los não têm a menor idéia de como funciona uma associação pouco menos uma secretaria, uma tesouraria, um conselho fiscal, e o mais grave não se interessam em saber.

Diariamente vemos absurdos administrativos, reais atentados às leis vigentes em nosso país e aos estatutos destas associações serem praticados por seus próprios diretores.

Documentos importantes são perdidos, livros de atas e de caixa que nunca são apresentados ou simplesmente não existem, inobservância de prazos legais, descumprimento sistemático do estatuto, descontrole sobre o quadro associativo e sobre o patrimônio, conselho fiscal fantasma etc, etc e etc.

Estes detalhes todos reunidos são sim as reais causas do fracasso dos movimentos de bairro.

Dinheiro meus caros é o combustível que alimenta a maquina que gira o mundo, é simplesmente mais um dos objetivos que estas associações têm de perseguir diariamente, não é o fator determinante da derrocada destas entidades.

Equacionando os problemas acima, dinheiro é somente mais um detalhe.