
A realização do carnaval em Campos do Jordão sempre foi um fiasco, mesmo em anos passados onde a cidade era realmente pequena e a população era mais desinibida e participativa.
Assim o carnaval deste ano na cidade foi realizado as pressas (como sempre) e claramente sem uma infra-estrutura mínima, deste desfile participarão os blocos mais tradicionais da cidade e a AMA – Vila Britânia debutou representada pelo Bloco dos Artistas.
A apresentação na avenida foi como a cidade fria e vaga, dos mais de cem abadas distribuídos pelo bloco no máximo 20 foram à avenida, valeu apenas para testar a união dos moradores.
Esta participação no fadado desfile cabe salientar foi à revelia deste que vos escreve que nunca foi dado a festas e tem a certeza que uma associação de um bairro operário tem inúmeros afazeres dentro de sua comunidade bem mais importantes que festejos sejam lá quais forem.
Conforme já descrito em post passado os presidentes das associações de Campos do Jordão não são conhecedores dos tramites legais de uma associação e assim fazem sem cerimônia o que querem sem dar maiores explicações. Assim não fui consultado a respeito da participação da entidade na festa e sim comunicado do fato.
O Presidente da AMA – Vila Britânia tem um tramite muito bom com a Secretaria de Cultura por conta de sua esposa que é artista plástica, desta forma uniu o útil ao agradável. Agradou a Secretária que precisava mostrar trabalho em seus primeiros meses na pasta, fez um barulho na comunidade e de lambuja administrou uma verba de mais de quatro mil reais.
O ponto negativo é que a participação da entidade no desfile por conta da tal verba despertou o ciúme de um vereador do bairro que lançou duvidas a respeito da utilização do dinheiro da Secretaria pelo Bloco dos Artistas.
Na realidade descobriu-se que a verba que foi dada ao Bloco dos Artistas pela Secretaria não veio de entidade publica e sim de uma empresa particular o que descaracteriza por completo a utilização de erário publica no evento, fato que acabou por deixar nosso nobre edil falando sozinho na câmara.
Fica a lição de que uma associação de moradores não pode se dar ao luxo de promover e participar de festas sem que se desgaste desnecessariamente.
Para quem gosta de festejos o mais correto seria fundar uma associação recreativa voltada somente para o entretenimento de seus associados.
Assim o carnaval deste ano na cidade foi realizado as pressas (como sempre) e claramente sem uma infra-estrutura mínima, deste desfile participarão os blocos mais tradicionais da cidade e a AMA – Vila Britânia debutou representada pelo Bloco dos Artistas.
A apresentação na avenida foi como a cidade fria e vaga, dos mais de cem abadas distribuídos pelo bloco no máximo 20 foram à avenida, valeu apenas para testar a união dos moradores.
Esta participação no fadado desfile cabe salientar foi à revelia deste que vos escreve que nunca foi dado a festas e tem a certeza que uma associação de um bairro operário tem inúmeros afazeres dentro de sua comunidade bem mais importantes que festejos sejam lá quais forem.
Conforme já descrito em post passado os presidentes das associações de Campos do Jordão não são conhecedores dos tramites legais de uma associação e assim fazem sem cerimônia o que querem sem dar maiores explicações. Assim não fui consultado a respeito da participação da entidade na festa e sim comunicado do fato.
O Presidente da AMA – Vila Britânia tem um tramite muito bom com a Secretaria de Cultura por conta de sua esposa que é artista plástica, desta forma uniu o útil ao agradável. Agradou a Secretária que precisava mostrar trabalho em seus primeiros meses na pasta, fez um barulho na comunidade e de lambuja administrou uma verba de mais de quatro mil reais.
O ponto negativo é que a participação da entidade no desfile por conta da tal verba despertou o ciúme de um vereador do bairro que lançou duvidas a respeito da utilização do dinheiro da Secretaria pelo Bloco dos Artistas.
Na realidade descobriu-se que a verba que foi dada ao Bloco dos Artistas pela Secretaria não veio de entidade publica e sim de uma empresa particular o que descaracteriza por completo a utilização de erário publica no evento, fato que acabou por deixar nosso nobre edil falando sozinho na câmara.
Fica a lição de que uma associação de moradores não pode se dar ao luxo de promover e participar de festas sem que se desgaste desnecessariamente.
Para quem gosta de festejos o mais correto seria fundar uma associação recreativa voltada somente para o entretenimento de seus associados.
