
Os cursos de entalhe em madeira e de teatro na comunidade foi idéia do Presidente da AMA – Vila Britânia para retirar as crianças da rua do bairro.
O presidente a toque de caixa como sempre, conseguiu as parcerias primeiro com uma artista plástica que se dispôs a ser a professora de entalhe e logo após com a Secretaria de Cultura da cidade que disponibilizou os professores para o curso de teatro e por fim com a escola Amadeu que por sua vez cedeu o espaço para a realização dos cursos.
Abertas as inscrições pensávamos que logo os adolescentes do bairro e redondeza se empolgariam com a novidade e preencheriam as vagas, mas não foi o que aconteceu.
A procura pelos cursos foi muito abaixo do esperado e ate hoje não se conseguiu preencher sequer uma turma para começar os cursos.
Lamentamos pelos adolescentes que estão desperdiçando uma boa oportunidade de enriquecer seus conhecimentos e seu currículo.
Também gostaria de deixar registrado que durante o período em que a AMA – Vila Britânia manteve a divulgação dos cursos através de cartazes espalhados pelo bairro e imediações sofreu um boicote de pessoas “desconhecidas” que destruíram todos os cartazes de divulgação dos cursos.
O presidente a toque de caixa como sempre, conseguiu as parcerias primeiro com uma artista plástica que se dispôs a ser a professora de entalhe e logo após com a Secretaria de Cultura da cidade que disponibilizou os professores para o curso de teatro e por fim com a escola Amadeu que por sua vez cedeu o espaço para a realização dos cursos.
Abertas as inscrições pensávamos que logo os adolescentes do bairro e redondeza se empolgariam com a novidade e preencheriam as vagas, mas não foi o que aconteceu.
A procura pelos cursos foi muito abaixo do esperado e ate hoje não se conseguiu preencher sequer uma turma para começar os cursos.
Lamentamos pelos adolescentes que estão desperdiçando uma boa oportunidade de enriquecer seus conhecimentos e seu currículo.
Também gostaria de deixar registrado que durante o período em que a AMA – Vila Britânia manteve a divulgação dos cursos através de cartazes espalhados pelo bairro e imediações sofreu um boicote de pessoas “desconhecidas” que destruíram todos os cartazes de divulgação dos cursos.
