Frase do dia

“Não sou contra o governo com o intuito de me tornar governo. Sou contra o governo porque ele é contra o povo”

Reginaldo Marques

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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Uma questão de sobrevivência.

As Câmaras municipais e conseqüentemente a figura dos vereadores apareceram no Brasil em 1532 com a formação da primeira Câmara na cidade de São Vicente em São Paulo.

Na época as Câmaras seguiam os mesmos moldes constitutivos e administrativos das Câmaras das cidades portuguesas até mesmo com poderes judiciais.

Já na época a Coroa Portuguesa vendia à população da colônia a idéia de independência da Câmara e de sua representatividade popular diante do poder do Rei. Porem o que ocorria na realidade era algo muito diferente; as Câmaras e os vereadores nada mais eram que os olhos do Rei sobre as riquezas dos colonos e a certeza da perpetuação de seu poder sobre eles.

E esta pratica antiga, mas eficiente vem sendo utilizada até os dias de hoje onde as Câmaras de cidades sem representatividade da população civil organizada como é o caso de Campos do Jordão não passam de mais um braço do executivo a asfixiar a população.

Quatrocentos e oitenta anos depois da eleição dos primeiros vereadores em solo brasileiro seus descendentes têm cinco funções a serem destacadas:

Função Legislativa: consiste em elaborar as leis que são de competência do Município, discutir e votar os projetos que serão transformados em Leis buscando organizar a vida da comunidade.

Função Fiscalizadora: O Vereador tem o poder e o dever de fiscalizar a administração, cuidar da aplicação dos recursos, a observância do orçamento. Também fiscaliza através do pedido de informações.

Função de Assessoramento ao Executivo: Esta função é aplicada as atividades parlamentares de apoio e de discussão das políticas públicas a serem implantadas por programas governamentais, via plano plurianual, lei de diretrizes orçamentárias e lei orçamentária anual (poder de emendar, participação da sociedade e a realização de audiências públicas).

Função Julgadora: A Câmara tem a função de apreciação das contas públicas dos administradores e da apuração de infrações político-administrativas por parte do Prefeito e dos Vereadores.

Função administrativa interna: Incumbência de administrar e organizar internamente seu funcionamento e suas finanças.

Contrariando estas premissas que deveriam ser perseguidas incansavelmente pelos edis de nossa cidade, a Câmara de vereadores de Campos do Jordão como hoje esta estruturada não representa o povo jordanense em nenhum de seus anseios e sim trabalha diuturnamente para proporcionar ao executivo e sua sanha de arrecadação e usura um céu de brigadeiro exercendo única e exclusivamente a função de assessoramento do executivo.

Ao persistir nestes moldes de administração e representatividade a sua extinção é somente uma questão de tempo.

A população aos poucos esta se conscientizando que um vereador ao custo anual de R$ R$ 485.972,25 em uma cidade onde não existe sequer um hospital de referencia, um pronto socorro com o mínimo de condições de atendimento imediato, uma educação precária com escolas velhas e novas já com problemas estruturais insolúveis, infindáveis problemas de infra-estrutura e saneamento básico, com enormes índices de desemprego e de criminalidade onde o comércio e a indústria esta baseada na economia familiar o que inibe o crescimento profissional da maioria da população é um gasto que literalmente não pode se dar ao luxo.

Somos mal representados, mal assessorados a respeito de nossos direitos, somos depreciados e desmoralizados enquanto cidadãos quando viramos munição e moeda de troca na guerra velada de interesses entre legislativo e executivo que transformarão em um balcão de troca de favores e aliciamento as dependências do que deveria ser a casa do povo.

A renovação tão proferida pelos antigos e novos políticos já não é mais uma questão de adequação aos novos tempos e sim de sobrevivência!
Não da nossa sobrevivência como povo; mas a deles como políticos.

A renovação não tem variantes e deve começar imprescindivelmente pela drástica redução dos gastos de manutenção de um corpo pesado e ineficiente de funcionários regados a gratificações e salários completamente desproporcionais aos seus afazeres e responsabilidades.

E para tanto os novos vereadores devem dar o exemplo cortando de imediato seus subsídios e de seus assessores a fim de ajustar a realidade seus ganhos mensais em relação a sua utilidade junto à sociedade.

Ou a Câmara e seus vereadores se adéquam a nova realidade ou o povo ira estirpá-la como se fosse um câncer maligno do seio da sociedade.

Em Campos do Jordão não existe mais espaço para acomodar no mesmo território o povo trabalhador e um bando de velhacos perdulários.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A Lista! Parte 2.

Bom... Enquanto alguns sonham em ter um mundo melhor abrindo uma ONG de adoção do Estado Instituído a realidade dos outros 99% da população que trabalha de sol a sol para que estes sonhadores tenham tempo de sobra para terem este tipo de pensamento é bem outra e vamos a ela.

Segue a segunda lista de ruas licitadas conforme prometido.

Parcela – 2 Bairros Berta Sacchi, Vila Yara, Vila São Francisco, Loteamento D. Klabunde, Vila Everest, Vila Guarani, Recanto Dubieux e Vila Simonsen como segue:

R. 26 de Setembro;

R. Alexandre Sirim;

R. Amadeu Carletti Junior;

R. Felício Raimundo;

Alameda Jonas Talaisys;

Av. Irineu Gonçalves;

Alameda 20;

Av. Rubéns Barbosa;

R. D. L. Cardoso;

R. Mario Crisol Donha;

R. Paulo Rabelo Dubieux;

R. Sebastião de O. Damas;

R. Jose M. Furtado;

R. Jose Barbosa;

R. Aldo Astolfi;

R. Jose Dinamarco;

Av. Santos Sanches;

R. Luiz Carlos Pinoti

R. João Jose Furtado;

Exp. Jose G. DE Melo;

R. Jose Anselmo da Silva;

R. João Candido Pereira;

R. Antonio A. de Souza;

R. Dr. João Tranchesi;

R. Dr. João Gorges;

R. Jose Lopes da Silva;

R. Cássio de Macedo Soares;

R. Francisca Correa Pinto;

R. Benedito R. Toledo;

R. Dorival Mendonça;

R. Maria E. S. Camargo;

R. Evaristo Afonso Pereira;

R. Ângelo Correa Sobrinho;

R. Aldo Bená;

R. Francisco Rabelo Araujo;

R. Antonio Silva;

R. B;

R. do Espinhaço;

R. Rafael Boreli Sobrinho;

R. Comendador;

R. Chamonix;

R. Genieve;

R. Mont Blanc;

R. Candido Pereira Castro;

R. João Pinto Seabra;

R. A;

r. Antonio de Oliveira Damas;

R. São Francisco;

R. Izabel Cury Paulo;

R. São Luiz;

R. Isad Leirner;

R. Baltazar Godoy Moreira;

R. Profº Antonio Queiroz Filho;

R. Dr. Hildebrando M. ARAUJO;

r. Dr. Orestes Almeida Guimarães;

R. João Antonio Sivilhando;

R. Paulo Krause;

R. 6;

R. Walter Barros Vasconcelos;

R. Engº Armando Brandão;

R. Jose Cássio M. Soares;

R. Andre Kotchetkoff;

R. Engº Jose Magalhães;

R. Profº Jose Paulo;

R. 7;

R. Ralf Rabe;

Entre a R. Francisco Araujo e R. Benedito R. Toledo;

Entre R. Felício e Av. Frei Orestes;

Alameda 20;

R. Aristeu Inácio da Souza;

Entre R. 6 e R. Paulo Krause;

Av. Washington Luiz.

Sobre a adoção das bibliotecas...

Sempre que se tem uma discussão a respeito dos maus feitos das administrações publicas; é agora a Dilma proibiu a palavra corrupção e a trocou pela expressão maus feitos alguém tem a maravilhosa e inédita idéia de os críticos tirarem o bumbum das cadeiras e adotar isso ou aquilo que é de responsabilidade do estado.

Este argumento serve para duas coisas. Proteger o salafrário dono dos maus feitos que geralmente é parente ou conhecido do idealizador das “adoções” ou simplesmente é a maior prova da inércia imoral em que se encontra o povo brasileiro que na primeira confrontação com a bandidagem instituída no pais se esconde atrás do comportamento politicamente correto.

Para aqueles que acham realmente que modificaremos o mundo fazendo o trabalho de um bando de vagabundos dependurados em cabides de empregos públicos muito bem remunerados, mas com pouca competência para exercer suas funções sinto muito, eu não entro nessa.

Quem tem tempo ocioso que o desperdice da forma como achar melhor, eu apesar de ser um pé rapado não tenho o privilegio de ficar de papo pro ar.

Segunda a sexta trabalho das sete da manhã as seis e meia da tarde sem intervalo de almoço, vou a pé para minha casa e chego entre sete e sete e meia da noite.

Até as onze horas tenho exatas três horas e meia que se bem usadas serão divididas entre meus dois filhos adolescentes, minha esposa, banho, jantar e para a manutenção de meu Blog e de minha coluna no Jornal.

Sobram os sábados e os domingos que hoje são assim gastos:

Sábados trabalho até as duas horas da tarde, reservo duas ou três horas para conversar com amigos e parentes o resto do dia e o domingo são gastos na reforma da casa onde sou montador de moveis, encanador, eletricista, carpinteiro, jardineiro, pintor, pedreiro, vidraceiro, e quando sobra tempo cozinheiro e churrasqueiro da família.

É lógico que a reforma da casa não será eterna, mas a sua manutenção sim e além disso não tenho férias a 24 anos, e para mim feriadão é sinônimo de carregar pedras, se você acha justo que eu apesar desta pequena carga de afazeres a além de já ter pago e caro pelo serviço publico ainda tenha o dever de adotar uma porcaria de um departamento publico seja ele qual for me desculpe, mas eu não tenho tempo.

Adotar coisa publica é como adotar seu próprio filho. É uma vergonha que começa dentro de casa!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A miséria do espirito é pior do que a miséria da carne...

A miséria social que se abate sobre o Brasil há mais de quinhentos anos e por consequência em Campos do Jordão não é fruto das intempéries da natureza nossa miséria é mais suja, é mais vergonhosa, é mais degradante porque é o fruto da ação direta do homem e quando você perceber que, para produzir precisa obter a autorização de quem não produz nada, mas fala muito; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com produção ou idéias, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por tráfico de influência, muito mais que pelo trabalho; que as leis não nos protegem dos ladrões, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que o titulo que lhe deram antes de seu nome tornouse mais importante para você que o sobrenome que seus pais lhe deram; quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto-sacrifício e sinonimo de idiotice, quando perceber que quanto mais você luta para reverter este quadro de autodestruição social, mais você encontra dificuldades e vira persona não grata dentro de sua propria casa; quando voce deixar de reconhecer o bem como forma normal de relacionamento entre as pessoas visando somente seu lucro e seu sucesso pessoal mesmo que para isso tenha de se esquecer de onde veio e com quem realmente você tem compromisso; quando você perceber que quem trabalha nunca tem tempo para ganhar dinheiro então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua cidade está condenada e bem provavelmente você é um cidadão Jordanense...

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

As parcerias de Campos do Jordão.

Apesar de inconformado com a decisão do Tribunal de Contas do Estado e ter entrado no egrégio tribunal com um pedido de reconsideração da sentença o ex vereador Floriano Camargo de Arruda Brasil Junior teve seu pedido indeferido conforme acórdão de 2 de setembro de 2010.

Desta maneira o ex vereador e presidente da Câmara segue com suas contas rejeitadas e inelegível.

A gravidade na opinião do Blog vai alem da rejeição das contas e se estende ao fato de que por mais uma vez foi detectado que a Câmara gastou mais do que lhe é de direito.

E se a verba que a Câmara faz jus vem do repasse de verba publica devidamente delimitada por lei e que é de exatos 8% do orçamento do município de onde surgiu os 0,18% gastos a mais pela Câmara em 2005?

E nós que achamos que os vereadores estão lá exatamente para fiscalizar o mau uso do erário por mais uma vez ficamos com cara de palhaço.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

O escândalo da Receita Federal.

O tabelião responsável pelo cartório onde Verônica Serra teria firma reconhecida disse que a procuração em nome de Antônio Carlos Atella Ferreira é falsa. Segundo ele, a filha do candidato à Presidência pelo PSDB, José Serra, não está registrada no cartório. O secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, disse que a procuração que teria sido usada para violar o sigilo fiscal de Verônica Serra já foi entregue ao Ministério Público e à Polícia Federal para apuração.
Fonte: CBN
CBN - A rádio que toca notícia - Política

Nota do Blog: Republiqueta de bananas, vergonhoso ter um fato desta magnitude ser simplesmente ignorado pela maioria da população.
O desgoverno Lula esta destruindo a idoneidade de todas as instituições nacionais, primeiro foi os Correios no escândalo do mensalão seguido pela Caixa Econômica Federal na quebra do sigilo do caseiro do Paloci, agora conseguiram destruir a moral da Receita Federal.
Esta cambada vermelha diz que a privatização das estatais é a destruição do patrimônio nacional e o que eles estão fazendo com estas instituições que nome podemos dar?
Neste paizinho de malucos ninguem endente o que o outro fala, é uma zona.

Palhaçada!