Frase do dia

“Não sou contra o governo com o intuito de me tornar governo. Sou contra o governo porque ele é contra o povo”

Reginaldo Marques

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Contadores de histórias rejeitam o politicamente correto.

Em tempos de comportamento politicamente correto, em que canções tradicionais ganham releituras higienizadas - "Atirei o pau no gato", por exemplo, virou "Não atire o pau no gato" - era de se esperar que as narrativas orais também se imbuíssem da idéia. Mas não é bem assim. Os contadores Ana Luísa Lacombe e Ilan Brenman são contra a adequação de histórias para o padrão socialmente responsável que hoje vale até ISO de responsabilidade social - a certificação capaz de agregar valor às grandes empresas e ao bolso de seus acionistas.

"Tenho horror ao politicamente correto, detesto quem muda final de conto de fada e deixa lobo sozinho. Eu acho importante a criança entender as crueldades do mundo e a própria crueldade, coisa que a narração de contos permite", diz Ana Luísa. "A criança é maldosinha, porque é egocentrada e demora a desenvolver sua generosidade em relação ao mundo. Se ela só ouve histórias de gente boa, vai se sentir deslocada, porque ela, como todo mundo, não é só boa. E vai então perder a chance de se conhecer melhor, de saber que nomes têm os seus sentimentos."

Um pouco de bom senso, contudo, não faz mal, acredita Ana Luísa. "É preciso verificar a idade do público. Crianças com menos de três anos acreditam piamente nas histórias, ficam impressionadas e podem perder a confiança em quem as conta, a professora ou a mãe. Evito contar histórias com muito sangue para uma platéia dessa faixa etária. Pode ser muito perturbador. A partir dos quatro anos, o entendimento é mais tranqüilo."

"Eu sou crítico do politicamente correto tanto na infância como no mundo adulto", afirma Brenman. Para o narrador, contar histórias é fazer um contraponto ao mundo atual também nesse sentido - no campo dos significados e da forma de ver a vida. Se o mundo atual é asséptico, as histórias devem carregar alguma sujeira, algo que seja um acréscimo e um complemento ao cenário que se tem hoje, algo que o amplie.

Ana Luísa Lacombe (foto ao lado) e Ilan Brenman não são os únicos refratários à moral politicamente correta. A pesquisadora Regina Machado, responsável pelo Boca do Céu – Encontro Internacional de Contadores de Histórias, evento que todos os anos reúne narradores em São Paulo, acha "absurdo" o filtro moralista por que alguns passam as histórias. "A função de uma história é simbólica, não literal. Ela atua em níveis profundos, tem muitas camadas de compreensão. É absurdo um adulto achar que sabe o que a criança vai perceber dela. Ele não sabe. A criança muitas vezes não dá atenção à violência da história, ela tem outros focos."

No Boca do Céu, aliás, era fácil encontrar histórias apimentadas - e, por isso mesmo, divertidas.

Por Maria Carolina Maia.

Exclusivo VEJA.com

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A Lista! Parte 2.

Bom... Enquanto alguns sonham em ter um mundo melhor abrindo uma ONG de adoção do Estado Instituído a realidade dos outros 99% da população que trabalha de sol a sol para que estes sonhadores tenham tempo de sobra para terem este tipo de pensamento é bem outra e vamos a ela.

Segue a segunda lista de ruas licitadas conforme prometido.

Parcela – 2 Bairros Berta Sacchi, Vila Yara, Vila São Francisco, Loteamento D. Klabunde, Vila Everest, Vila Guarani, Recanto Dubieux e Vila Simonsen como segue:

R. 26 de Setembro;

R. Alexandre Sirim;

R. Amadeu Carletti Junior;

R. Felício Raimundo;

Alameda Jonas Talaisys;

Av. Irineu Gonçalves;

Alameda 20;

Av. Rubéns Barbosa;

R. D. L. Cardoso;

R. Mario Crisol Donha;

R. Paulo Rabelo Dubieux;

R. Sebastião de O. Damas;

R. Jose M. Furtado;

R. Jose Barbosa;

R. Aldo Astolfi;

R. Jose Dinamarco;

Av. Santos Sanches;

R. Luiz Carlos Pinoti

R. João Jose Furtado;

Exp. Jose G. DE Melo;

R. Jose Anselmo da Silva;

R. João Candido Pereira;

R. Antonio A. de Souza;

R. Dr. João Tranchesi;

R. Dr. João Gorges;

R. Jose Lopes da Silva;

R. Cássio de Macedo Soares;

R. Francisca Correa Pinto;

R. Benedito R. Toledo;

R. Dorival Mendonça;

R. Maria E. S. Camargo;

R. Evaristo Afonso Pereira;

R. Ângelo Correa Sobrinho;

R. Aldo Bená;

R. Francisco Rabelo Araujo;

R. Antonio Silva;

R. B;

R. do Espinhaço;

R. Rafael Boreli Sobrinho;

R. Comendador;

R. Chamonix;

R. Genieve;

R. Mont Blanc;

R. Candido Pereira Castro;

R. João Pinto Seabra;

R. A;

r. Antonio de Oliveira Damas;

R. São Francisco;

R. Izabel Cury Paulo;

R. São Luiz;

R. Isad Leirner;

R. Baltazar Godoy Moreira;

R. Profº Antonio Queiroz Filho;

R. Dr. Hildebrando M. ARAUJO;

r. Dr. Orestes Almeida Guimarães;

R. João Antonio Sivilhando;

R. Paulo Krause;

R. 6;

R. Walter Barros Vasconcelos;

R. Engº Armando Brandão;

R. Jose Cássio M. Soares;

R. Andre Kotchetkoff;

R. Engº Jose Magalhães;

R. Profº Jose Paulo;

R. 7;

R. Ralf Rabe;

Entre a R. Francisco Araujo e R. Benedito R. Toledo;

Entre R. Felício e Av. Frei Orestes;

Alameda 20;

R. Aristeu Inácio da Souza;

Entre R. 6 e R. Paulo Krause;

Av. Washington Luiz.