
Campos do Jordão se ressente da falta de nomes para comandar suas principais cadeiras.
Não temos um jordanense que hoje reúna qualidades para aglutinar um numero considerável de pessoas em torno de uma ideia que acabem por fazer a diferença em uma eleição.
Existem alguns que timidamente se colocam a frente deste ou daquele cargo apenas para obter ganhos pessoais, elevar seu ego ou apenas para tapar buracos que outras pessoas de fora da cidade não aceitam ocupar.
Apesar de ainda ser uma cidade relativamente jovem Campos do Jordão já deveria ter criado mecanismos próprios para criar dentro da cidade cidadãos capazes de pensar coletivamente ao invés de gerar gerações de pessoas que deixam seu futuro sempre nas mãos de pessoas estranhas a nossa historia contaminados pela síndrome de vira-latas.
Vivemos em um país livre que garante aos seus cidadãos o direito de ir e vir, mas devemos a nossos filhos e seus descendentes o direito de viver em uma cidade que tenha além do respeito por aqueles que vieram de fora e de alguma maneira tenham ajudado o crescimento da cidade condições de viver em uma cidade que prese a sua identidade e que de a seus filhos condições de escolher o seu próprio caminho sem intervenções de aventureiros.
Porem mais do que o discurso empolado devemos ter atitude e colocar a cara a tapa para não deixar brechas para que “estrangeiros” ocupem o nosso espaço.
Não temos um jordanense que hoje reúna qualidades para aglutinar um numero considerável de pessoas em torno de uma ideia que acabem por fazer a diferença em uma eleição.
Existem alguns que timidamente se colocam a frente deste ou daquele cargo apenas para obter ganhos pessoais, elevar seu ego ou apenas para tapar buracos que outras pessoas de fora da cidade não aceitam ocupar.
Apesar de ainda ser uma cidade relativamente jovem Campos do Jordão já deveria ter criado mecanismos próprios para criar dentro da cidade cidadãos capazes de pensar coletivamente ao invés de gerar gerações de pessoas que deixam seu futuro sempre nas mãos de pessoas estranhas a nossa historia contaminados pela síndrome de vira-latas.
Vivemos em um país livre que garante aos seus cidadãos o direito de ir e vir, mas devemos a nossos filhos e seus descendentes o direito de viver em uma cidade que tenha além do respeito por aqueles que vieram de fora e de alguma maneira tenham ajudado o crescimento da cidade condições de viver em uma cidade que prese a sua identidade e que de a seus filhos condições de escolher o seu próprio caminho sem intervenções de aventureiros.
Porem mais do que o discurso empolado devemos ter atitude e colocar a cara a tapa para não deixar brechas para que “estrangeiros” ocupem o nosso espaço.
