O Carnaval jordanense assim como o paulistano se mostrou mais animado na apuração do resultado do queno desfile.
O amadorismo das escolas de samba da cidade se estende por mais uma vez a sua organização que ano após ano não consegue elaborar uma receita para dignificar e organizar o que deveria ser a maior festa popular da cidade.
Tanto organização quanto representantes das escolas perderam a harmonia na premiação e a falta de transparência e critérios técnicos previamente definidos para o julgamento das escolas e blocos e para a apuração das notas acabou por atravessar o samba em sua reta final.
Ânimos exaltados, paixão a flor da pele, matéria-prima geralmente usada pelos carnavalescos para incentivar os componentes de suas escolas desta vez mal canalizada serviu de enredo para desentendimentos e todos os envolvidos na festa de Momo rodaram a baiana no palanque esvaziado na avenida do samba jordanense e a cuíca literalmente roncou.
O destaque final do carnaval acabou não ficando para nenhuma das escolas ou blocos envolvidos no desfile e sim pela ausência das autoridades que desprestigiaram a maior festa popular da cidade e demonstraram que realmente não estão nem ai para a Corte de Momo e muito menos para a população.
Ziriguidum e telecoteço a parte o que ficou de lição do carnaval de Campos do Jordão é que enquanto esta festa Brasil afora é a única em que pobres e ricos podem curtir juntos as mesmas emoções, por aqui ela ainda exibe um enorme ressentimento entre o povo enclausurado nos guetos das vilas populares e a alta sociedade jordanense encastelada no Capivari de nos bairros de alto padrão.
Uma mistura explosiva que de vez em quando ameaça ir para os ares.
Enfim... Bum, bum paticumbum prugurundum.
O nosso carnaval minha gente é isso ai! É isso ai!
Como era de se esperar, mas não de se comemorar o corpo jurídico da Prefeitura e a própria prefeitura de Campos do Jordão mais uma vez prestaram um desserviço a população recorrendo da decisão judicial que determinava a remoção de toda publicidade instalada no mobiliário urbano bem como das esdrúxulas armações que a sustentam.
Em 14 de fevereiro de 2012 o Relator Vicente de Abreu Amadei deferiu a antecipação de tutela recursal, e suspendeu a decisão agravada até a final solução do agravo.
Tanto Câmara de Vereadores com as edições de leis inconstitucionais quanto à prefeitura quando recorre de decisões judiciais em claro prejuízo a população da cidade demonstra que a cidade vive a margem da legalidade e estabelece um estado baseado na desobediência civil se utilizando de subterfúgios jurídicos para dilatar prazos e adiar o cumprimento das deliberações do juízo local.
A poluição visual a qual a cidade esta exposta em suas principais avenidas e principalmente em seu centro turístico baseada hoje em uma Lei claramente elaborada para driblar os efeitos de Lei Cidade Limpa é um tapa na cara do cidadão comum que tem de se sujeitar as regras impostas pela Lei “Paulo Índio” inclusive tendo que há época arcar com prejuízos financeiros.
"Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam com a outra. Antes se negam, se repulsam mutuamente. A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada". Rui Barbosa.
Aos poucos o quadro político de Campos do Jordão esta tomando forma.
Os times estão se formando e as alianças se consolidando.
A peneira esta cada vez mais fina e as caras que apareceram meses atrás nos jornais da cidade como prováveis candidatos hoje já se mostram bem diferentes.
Com a chancela do STF confirmando a aplicação da Lei Ficha Limpa já nestas eleições a higienização política tarefa que deveria ser feita automaticamente pelo povo a cada eleição defenestrando os políticos profissionais e oportunistas de plantão agora será de responsabilidade do judiciário que determinará quem dentre os postulantes a cargos público se enquadrarão nas novas diretrizes morais da política brasileira.
De olho na opinião publica que não agüenta mais a malandragem estabelecida na política da cidade tanto partidos como seus prováveis candidatos majoritários estrategicamente estão evitando vincular a sua imagem e a imagem de seus partidos as velhas raposas felpudas.
Entretanto ainda que a renovação venha com força e o povo tutelado pela Lei da Ficha Limpa faça uma verdadeira faxina nos dois poderes muito pouco irá mudar a curto prazo.
Tenho visto muito sangue novo correndo em veias já dilatadas pelos esquemas de corrupção e do trafico de influencia, jovens talentos que já foram tragados pelo lado negro da força.
Sugiro ao povo de Campos do Jordão que não se desfaça de seus antiácidos porque mesmo que o tempero político melhore no transcorrer da refeição ele ainda será necessário, porque de nada adianta ter na cozinha uma panela nova se a receita continuar a mesma.
Fica um alerta aos mestres cuca da política jordanense que nem o melhor chef do mundo consegue produzir um prato de primeira com ingredientes de terceira.
Enfim, uma guerra não se vence somente com bons comandantes e bons estrategistas; uma guerra é composta por varias batalhas que são ganhas ou perdidas pelos seus soldados.
Cabe ao novo eleito dar a devida importância a composição de seu corpo de oficiais (assessores e secretários), pois a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma administração em grande parte passa pelas mãos ou canetas destes “colaboradores”.
Avaliando todas as nuances possíveis para as próximas eleições somente uma coisa esta definida até o momento; o Corneteiro ainda terá muito trabalho pela frente.
Em despacho proferido no dia 13 de janeiro de 2012 justiça de Campos do Jordão determina a retirada de toda a propaganda instalada no mobiliário urbano da cidade e a retirada de todas as estruturas e suportes instalados ao longo das vias publicas no prazo de 30 dias.
“Ressalte-se, no ponto, que há vedação expressa, na lei originária (Lei Cidade Limpa), de ocupação ou projeção dos elementos do mobiliário urbano sobre o leito carroçável das vias (art. 23, I, Lei Municipal n. 3.192/09). Confira-se: Art. 23. Os elementos do mobiliário urbano não poderão: I – ocupar ou estar projetado sobre o leito carroçável das vias. A proibição – repita-se – é expressa. Assim, a Lei Municipal n. 3.411/2011, sem embargo de nada regulamentar e disciplinar sobre a exploração de atividade que interfere sobremaneira na qualidade de vida das pessoas (meio ambiente urbano), excedeu, em demasia, o seu espectro de atuação, contemplando publicidade vedada na lei originária, devendo, por isso mesmo, opera-se (i) a suspensão da expedição de licenças e autorizações (e a respectiva eficácia das já expedidas), assim como (ii) a retirada, no prazo de 30 (trinta) dias, de todo material publicitário no mobiliário urbano, sob pena de multa diária de R$ 10.000,00. Saliento que, no caso dos PÓRTICOS (ou totens, painéis, outdoor, faixas, etc, como queira) não bastará a retirada, pura e simples, do anúncio publicitário. Deverá haver, obviamente, a remoção de toda a estrutura e suporte, que se multiplica ao longo das vias públicas. Intime-se, para cumprimento. Cite-se, com as cautelas de praxe. Int. Campos do Jordão, 13 de janeiro de 2012, às 11h22min. GUSTAVO DALL’OLIO Juiz de Direito”.
Opinião do Blog: Por mais uma vez fica explicito a forma torta como o atual governo conduz a sua administração, aos amigos tudo ao povo os rigores da lei.
Depois que a Câmara e a Prefeitura descobriram o quanto a Lei Cidade Limpa lhes custaria com a redução de espaços publicitários a venda na cidade tudo foi tentado, desde a revogação da mesma, ato que não se efetivou porque foi veementemente criticado pela população e pelos comerciantes da Abernéssia que já punidos se adequaram as novas regras, até a edição da esdrúxula lei de uso do Mobiliário Urbano.
Enquanto os vereadores ficam deitados em berço esplêndido na Câmara e a administração nada de braçadas no Morro do Elefante, pelo menos neste caso a Justiça do município mostrou que pode ser sega, mas não esta dormindo.
Pela milésima vez vou tocar no mesmo assunto por aqui.
Peço desculpas aos internautas que acessam este espaço e que já conhecem as regras básicas para fazer parte dos debates, mas tem um pessoal que não tem jeito, temos de ter um pouco mais de paciência e se for preciso ate desenhar para nos fazer entender.
Bom! Vamos lá tudo de novo!
A Judicialização da censura onde políticos, jornalistas diplomados e cidadãos reacionários frutos do ranço do regime ditatorial que assolou o Brasil entre 64 e 85, se utilizam do poder econômico, político e da justiça para cercear o direito a livre expressão do cidadão de bem estrangulando financeiramente através de uma enxurrada fétida de ações judiciais a mídia alternativa, algumas providencias acabam por ser mesmo que a contra gosto tomadas pelos novos escritores da historia do Brasil para preservar sua integridade, financeira, moral, familiar e até física.
Uma destas “precauções” é a não publicação de post e ou comentários anônimos.
Não sou o dono da verde e nem pretendo ser, não sou jornalista e nem preciso ser segundo o SFT desde 17 de junho de 2009 para expressar a minha opinião.
Porem tudo o que posto aqui assino embaixo e tenho por força de Lei de me responsabilizar pelo que escrevo e pelos comentários que permito serem publicados neste espaço.
Assim por mais uma vez vou tentar explicar a quem não gosta ou tem certa dificuldade de compreensão na leitura (analfabetos funcionais) que o Blog esta sempre aberto as criticas e sempre retificará uma informação errada, desde que as regras descritas á direita da aba de comentários do Blog e reproduzidas abaixo sejam rigorosamente seguidas:
“Antes de comentar leia com muita atenção!
Apesar de este espaço ter como lema “levar a sua opinião a sério” isso não quer dizer que aqui é a Casa da Mãe Joana.
Gostem ou não, neste pedaço do mundo mesmo que virtual eu e mais ninguém mando.
Esclarecido isso fica o comunicado:
O Corneteiro não permitirá mais que ninguém escondido no anonimato, ou camuflado com pseudônimos se manifeste citando nomes ou proferindo acusações, mesmo que verdadeiras e fartamente documentadas.
O espaço é livre para quem tem coragem, e eternamente vedado para quem diante da primeira dificuldade prefere se esconder.
Não confunda o seu direito a privacidade com a covardia do anonimato.
Aqui você será respeitado na mesma medida em que respeitar o Blog e a quem o acessa.
Se você deseja extravasar a sua virulência ideológica, a sua frustração pessoal ou a sua arrogância classista escondido atrás de um teclado de computador, sugiro que abra o seu próprio espaço.
Aqui como na Constituição é livre a manifestação de pensamento, sendo vedado o anonimato.
E evite escrever somente em caixa alta, soa como grito, e falta de educação”.
Assim não adianta, reclamar, xingar, espernear, acusar, criticar tentar retificar uma informação aqui veiculada, ou seja, lá o que queira fazer se não assinar seu comentário.
Pode chamar de arrogância ou ditadura, pode falar ou escrever a besteira que quiser, mas assine embaixo e assuma publicamente as suas atitudes.
O post do CDHU até o interessado em justiça se identificar não será retificado.
Engraçado como nosso cérebro associa instintivamente algumas coisas de nosso dia-a-dia.
Um bom exemplo dessa cooptação automática e a associação da falta de educação e da sujeira com a pobreza.
Quando passamos por Capivari base dos ricos e famosos do país na alta temporada de inverno achamos normal a sujeira das ruas, calçadas e praças, porem se na mesma época do ano passamos por Abernéssia reduto dos jordanenses a mesma visão de ruas, calçadas e praças emporcalhadas nos causa perplexidade e a critica a falta de educação do povo pobre é contundente.
Todos sabem que a grande maioria dos clientes do Pão de Açúcar de Campos do Jordão é formada por turistas e pela classe média e rica residente na cidade.
Entretanto olhem como a funcionaria do supermercado preferido dos ricos da cidade encontra praticamente todos os dias a estação de reciclagem do Pão de Açúcar!
Apesar das embalagens serem de grife e os restos ali descartados serem de luxo, não deixam de ser o bom e velho lixo.
São os éco-chiques de araque que se vangloriam nas rodas de amigos de sua consciência socioambiental e adoram dar longas e boçais lições de moral verde nas redes sociais, mas na verdade a preocupação e a educação destes modinhas não passam dos portões de suas mansões.
São estas mesmas pessoas que engrossam o cordão dos desinformados que acham que a proibição do uso de sacolas plásticas em supermercados ira contribuir para a salvação do mundo.
Ignoram a opinião dos especialistas da área como o Professor Guilherme Jose Macedo Fechine da Universidade Makensie e do especialista americano Joseph Greene que asseguram que a eficiência das sacolas oxibiodegradáveis é obscura, chegando o Professor Fechine a dizer “que a única diferença entre o polímero oxibiodegradável e o comum é o tempo de fragmentação, menor no primeiro caso. Mas, em termos ambientais não existe benefício algum”.
Quanto às sacolas biodegradavies estudos também já comprovaram que os materiais realmente biodegradáveis são aqueles provenientes de fontes naturais, capazes de ser totalmente consumidos por microorganismos e que se degradam em até 180 dias.
O uso do termo na realidade serve somente para na maioria dos casos exercer uma função publicitária, para vender a imagem de que o item é ecológico.
Enquanto isso o população tem de arcar com a escandalosa cobrança destas porcarias gerando um estrondoso faturamento aos supermercados e aos chineses e vietnamitas fabricantes das sacolas retornáveis, o brasileiro realmente é muito bonzinho.
E como a vida é construída de pequenos e cotidianos aprendizados ai esta mais um que levarei comigo e tentarei passar as gerações futuras. A falta de educação e de higiene não tem nenhuma relação com o saldo da conta bancaria e sim um hábito que se adquire no berço seja ele de bambu ou de ouro.
Só a simpatia ideológica explica o rancor e o cinismo durante a visita da Presidenta Dilma Rousseff a Cuba - somente o cinismo político explica as resposta que ela deu, lá, quando perguntada sobre o desrespeito institucionalizado aos direitos humano que a ditadura sangrenta dos irmãos Castro pratica a mais de meio século na Ilha, sabe-se de longe que qualquer cidadão cubano que faça oposição ao governo ditatorial, vai preso e torturado, isso quando não é fuzilado por Decisão do Mandatário único Fidel Castro.
Na mocidade, nossa presidenta integrou a chamada militância armada de esquerda, nunca aceita pela esquerda desarmada, da qual fiz parte, que preferia acreditar na democracia, o pessoal da esquerda armada nunca informou aos cidadãos brasileiros que eles queriam derrubar a ditadura militar de direita, para impor a sua ditadura militar de esquerda, que a historia provou ao longo dos tempos, que é pior e mais sangrenta que a de direita, mas enfim nenhuma ditadura é boa seja de direita ou de esquerda, todas elas representam um sistema arcaico e atrasado que não serve mais para o mundo de hoje.
Para os esquerdistas armados democracia era coisa da “direita ligada aos americanos”.
Só vieram a se apresentar como convertidos aos princípios democráticos depois que liberais como Ulysses Guimarães e Tancredo Neves, criaram condições objetivas que resultaram no fim da ditadura.
Hoje fico pensando que sentido tem a vista da Presidenta Dilma a Cuba? Nenhum é a resposta.
Sem a menor perspectiva de retorno político (muito menos retorno econômico), o Brasil já investiu 850 milhões de dólares em obras e infra-estrutura em Cuba, e levou na sua bagagem agora mais 523 milhões de dólares somando quase 1,4 bilhões de dólares, sem nenhum controle,com certeza boa parte desse dinheiro foi para a conta particular dos irmãos Castro.
Enquanto por aqui no Brasil a nossa Presidenta deu as costas aos aposentados, dizendo não ter dinheiro para as pessoas que trabalharam para o crescimento do Brasil, oferta parte desse dinheiro aos irmãos Castro mesmo sabendo que o dinheiro não será usado plenamente para o povo Cubano.
Só o ranço ideológico explica a viagem de Dilma a Cuba. É só um capricho que vem dos tempos em que usava codinomes – Estela, Vanda - e integrava grupos extremistas que se sentiam fortes para derrubar a ditadura militar almejando exclusivamente o poder.
A realidade mostrou que eram incapazes de vencer os ditadores.
Perderam foram derrotados. Só puderam sair em publico depois que os “moderados” (era assim que se expressavam, com aspas depreciativas) celebraram acordos tácitos e acordos escritos, como a anistia que permitiu o retorno dos banidos e sua inclusão na vida política do país.
Só o cinismo político explica respostas dadas em Cuba por nossa Presidenta.
Fingindo ignorar que em Cuba vigora uma perseguição institucionalizada aos que divergem,Dilma disse que o desrespeito aos direitos humanos existe em todo o canto. Disse que o Brasil tem “telhado de vidro”, se nivelando nesse ponto ao Presidente Lula que comparou um dissidente Cubano morto por greve de fome aos delinqüentes das prisões brasileiras, e que enviou de volta a Cuba dois atletas que queriam asilo político no Brasil durante os jogos panamericanos,hoje estes dois atletas e suas famílias seguem severa perseguição da ditadura Cubana, mas deu asilo político a um assassino Italiano porque ele fez parte das brigadas vermelhas.
Dilma e Lula precisam entender que a fase da luta contra a ditadura no Brasil acabou faz tempo, e eles são e foram Presidentes do Brasil graças à democracia.
Se estivessem em Cuba não passariam de mera figura de vassalos e protegidos de Fidel, jamais poderiam ser candidatos a cargo algum.
Ainda bem que estou no Brasil, se estivesse em Cuba seria levado para o pelotão de fuzilamento.
Mesmo com a decisão da justiça de demolir um Resort de luxo em Campos do Jordão (detalhes aqui) por ter cometido diversos crimes ambientais as construções de megas empreendimentos de luxo com as mesmas características ainda continuam acontecendo na cidade a pleno vapor.
Conforme informou o Jornal O Povo (reportagem aqui) um novo condomínio esta sendo construído nas proximidades do gabinete da prefeitura em um dos principais pontos turísticos da cidade o Morro do Elefante.
Segundo informações dezenas de arvores foram derrubadas entre elas mais de 15 pinhos bravo.
Porem o mais estranho não esta acontecendo nas matas de preservação ambiental da cidade e sim nos gabinetes tanto da prefeitura quanto da câmara.
Em 23 de setembro de dois mil e onze a prefeitura da cidade protocolou na Câmara o projeto de lei 83/11 que propunha entre outras coisas o seguinte em seu artigo segundo:
“Artigo 2º - O artigo 123º da Lei Municipal nº 3.049, de 02 de maio de 2007, alterada pela Lei nº 3.119/2008 de 21 de fevereiro de 2008, que aprova a LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO do Município de Campos do Jordão, passa a ter a seguinte redação:
“É VEDADA A CONSTRUÇÃO DE FLATS, HOTEL RESIDÊNCIA E APART HOTEL EM TODO O MUNICÍPIO DE CAMPOS DO JORDÃO E A TRANSFORMAÇÃO DOS EDIFÍCIOS EXISTENTES EM FLATS, HOTEL RESIDÊNCIA OU APART HOTEL.”(Integra aqui).
Após sofrer três emendas o projeto foi aprovado e virou lei em 23 de dezembro de dois mil e onze sob nº 3.498/11, porem com a seguinte redação no mesmo e importante artigo:
“Artigo 2º - Fica alterada a TABELA Nº 06 - ÁREA DE TERRENO E FRAÇÃO IDEAL POR UH da Lei Municipal nº 3.049, de 02 de maio de 2007, alterada pela Lei nº 3.119/2008 de 21 de fevereiro de 2008, que aprova a LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO do Município de Campos do Jordão, nos termos do ANEXO I parte integrante desta Lei” (Integra aqui).
Diante de tantos crimes ambientais em nossa cidade a quem interessou a alteração deste artigo tão importante da Lei para a regularização e preservação de nosso meio ambiente?
Enquanto estas perguntas não são respondidas mais um grandioso empreendimento esta sendo levantado em nossa cidade as custas da destruição de nosso bem maior; a natureza.
O grupo de debates do Fecebook, Eu Amo Campos do Jordão foi palco na ultima sexta feira de algo bastante inusitado.
Os membros do grupo que na manhã do dia 27 se encontravam online foram surpreendidos com a postagem de uma nota fiscal emitida contra a Prefeitura Municipal no valor de R$ 93.000,00.
Maior surpresa seguiu-se quando o proprietário do estabelecimento emissor da polemica nota manifestou-se no próprio grupo confirmando a autenticidade e por conseqüência o valor da mesma e aproveitou para relatar que a mesma ainda não havia sido quitada pela administração.
Alem desta bombástica constatação ainda mais revelações estavam por vir. Acossado pelos participantes do debate o empresário acabou admitindo que a compra de mais de treze mil refeições de sua empresa pela prefeitura de Campos do Jordão ao custo de R$ 10,00 cada tinha sido feita sem licitação.
Dado a inusitada situação um dos promotores da cidade provavelmente informado por um dos membros do grupo solicitou permissão para participar do debate para com certeza se informar a respeito da seriíssima situação.
A presença do promotor nas paginas de debate do grupo e a bombástica confissão do empresário preocupou um dos administradores por coincidência o mesmo que aprovou a participação do membro que postou a nota que gerou as bombásticas descobertas.
Ante situação tão inusitada o administrador em questão sem aviso prévio deletou por completo tanto o post quanto seus mais de cinqüenta comentários inclusive o que constava a confissão do empresário da falta de pagamento e de licitação para fornecimento de tão robusta nota fiscal.
Questionado a respeito do porque da decisão em apagar tanto post quanto comentários o administrador limitou-se a dizer que a decisão foi tomada em conjunto com outros administradores e que a decisão tinha sido tomada por ser o perfil originário da publicação da nota fake.
Opinião do Blog: Apesar de o Grupo em questão ter sido criado para discutir a questão social e política da cidade ele não poderia ter sido usado como veiculo de uma cobrança de uma suposta divida da prefeitura com um empresário da cidade, porém a constatação que tal divida era originaria de uma relação comercial sem licitação publica era sim de interesse do Grupo.
A decisão arbitraria do administrador de deletar o post mesmo que baseado na informação que a origem das revelações tenha vindo de um perfil fake e que a iniciativa tinha conhecimento e apoio de outros administradores não pode ser considerada a mais adequada neste caso.
Diante da gravidade do post original e dos acontecimentos e comentários dezenas de decisões poderiam ser tomadas para contornar o caso de forma que o fato não prejudicasse nem os administradores nem os membros participantes do inusitado debate, e a decisão de o deletar com certeza não era nenhuma delas.
Esta atitude mesmo que tenha agora a anuência da esmagadora maioria dos administradores devido a sua gravidade deveria ser tomada com o conhecimento de todos os administradores.
A opinião do Blog nesta questão é bem clara e tranqüila na medida em que o Corneteiro mesmo já tendo solicitado por duas vezes a sua exclusão do quadro de administradores do Grupo ate a data e hora do polemico post ser deletado ainda era um dos administradores e em nenhum momento foi consultado por nenhum dos demais administradores a respeito desta decisão o que denota a existência de um subgrupo de administradores instalado dentro da administração do Grupo Eu Amo Campos do Jordão.
O comportamento politicamente correto moda nos anos 80 e 90, característico daqueles que preferem varrer os problemas diários para debaixo do tapete do que enfrentar e realidade pode acabar por retardar um dos mais incríveis e rápidos movimentos de mudança social e político já visto em toda a historia da humanidade. Pelo menos aqui em Campos do Jordão.
Diante deste quadro de retrocesso sugiro aos administradores remanescentes do Grupo que troquem seu nome para “Eu sou uma das velhinhas de Taubaté”.
PS: Tão logo o Corneteiro teve conhecimento do porque e a forma pela qual a decisão de deletar o post foi tomada resolveu não mais esperar sua solicitação ser analisada e imediatamente se desligou da administração do Grupo. No momento o Corneteiro espera pela republicação do post e de seus comentários ou sua imediata expulsão do Grupo com a devida explicação publica.
Para quem ainda não sabe, e para aqueles que mesmo acessando as paginas do Corneteiro há algum tempo tiveram até hoje a curiosidade de saber desde quando ele esta no ar e com que intuito, segue algumas informações relevantes.
O Corneteiro iniciou suas atividades no dia 30 de novembro de 2008 com a seguinte proposta:
“O Blog do Corneteiro Freelance começa hoje as suas atividades.
Abriremos espaço para a publicação de textos e trabalhos de varias áreas de atividade. Noticias sobre esportes, política, cidadania e variedades.
“Sejam, bem vindos!”.
Nesta época tanto a administração como a população estavam passando por uma fase de total acomodação onde a sociedade civil estava completamente desmantelada e desmotivada por uma serie de motivos e de longos anos de inatividade.
O Blog surgiu como uma alternativa para que eu então militante do COMSAB e incentivador das associações de bairros e há época sem voz, dar publicidade as minhas idéias e reclamos.
Preocupado com a judicialização da censura no Brasil, que se utiliza de pequenas brechas para amordaçar os blogueiros do país e para manter o mínimo de civilidade dentro dos comentários e postagens criei um mecanismo de moderação com regras para a participação dos internautas em nosso espaço como segue:
“Antes de comentar leia com muita atenção!
Apesar de este espaço ter como lema “levar a sua opinião a sério” isso não quer dizer que aqui é a Casa da Mãe Joana.
Gostem ou não, neste pedaço do mundo mesmo que virtual eu e mais ninguém mando.
Esclarecido isso fica o comunicado:
O Corneteiro não permitirá mais que ninguém escondido no anonimato, ou camuflado com pseudônimos se manifeste citando nomes ou proferindo acusações, mesmo que verdadeiras e fartamente documentadas.
O espaço é livre para quem tem coragem, e eternamente vedado para quem diante da primeira dificuldade prefere se esconder.
Não confunda o seu direito a privacidade com a covardia do anonimato.
Aqui você será respeitado na mesma medida em que respeitar o Blog e a quem o acessa.
Se você deseja extravasar a sua virulência ideológica, a sua frustração pessoal ou a sua arrogância classista escondido atrás de um teclado de computador, sugiro que abra o seu próprio espaço.
Aqui como na Constituição é livre a manifestação de pensamento, sendo vedado o anonimato.
E evite escrever somente em caixa alta, soa como grito, e falta de educação”.
Mesmo com as portas abertas para troca de opiniões e ideais durante estes mais de quatro anos de caminhada somente 223 comentários foram dirigidos ao Blog sendo apenas um deles moderado por conter ataques pessoais citando nome e claro por não conter assinatura.
Nestes termos o Blog seguiu seu caminho natural de exposições de pensamentos de seu administrador nos diversos assuntos e acontecimentos da cidade e muitas vezes trazendo em primeira mão relevantes informações a respeito das atividades administrativas e legislativas da cidade.
Obviamente esta postura critica acaba por desagradar a Gregos e Troianos na medida em que as lambanças vão acontecendo e aparecendo por todos os lados.
Nestes anos muitos foram os adjetivos agregados a personalidade e a postura do administrador.
As mais marcantes sem duvidas, são as de oportunista, comunista, direitista, ignorante, despreparado, mal intencionado, ditadorzinho, radical, blogueiro sujo, e o mais novo sensacionalista.
Como estamos em uma reta final de preparação de grupos políticos que irão de digladiar pela coroa da cidade sugiro aos simpatizantes da situação que ao invés de proferir as mais baixas e “simpáticas” acusações a este Blogueiro pelas lanchonetes e ruas da cidade que publiquem aqui neste mesmo espaço as suas posições a respeito das criticas veiculadas.
O espaço sempre foi aberto, mas extraordinariamente gostaria que nestes próximos sete dias respeitando as regras estabelecidas e seguindo a linha editorial do Blog que alguém se manifestasse neste sentido.
Os interessados em ter sua opinião veiculada neste espaço podem enviá-las para:
reginaldmarques@gmail.com.
"Não temais ímpias falanges que apresentam face hostil; Vossos peitos, vossos braços são muralhas do Brasil".
Subversivo é todo aquele que pretende mudar o mundo destruindo conceitos, quebrando paradigmas transformando a ordem política, social e econômica estabelecida.